terça-feira, 25 de agosto de 2015

Opposite One Another - Capítulo 20 - Porcelain doll...

                                                    



Chaz POV

Definitivamente eu nasci pra me foder, minha vida é uma bosta completa, hoje eu já passei o dia inteiro chorando por causa de quem? Dela, é sempre por causa dela, Alice Muller, por que faz isso comigo?

Desde que briguei com Alice, não á vi mais, soube que ela e Justin estão tendo um tipo de caso, ah bom pra eles, acho que no fundo eu já sabia que não ia ganhar dele, Alice nasceu pra ser apenas minha amiga, todas as garotas que conheço nasceram pra isso pelo jeito.

Pensando bem, acho também que seria estranho namorar com ela, ela sempre foi minha amiga, e ela nem faz meu tipo, não posso falar que não gostei dos beijos, até que gostei, mas isso seria estranho, esse sentimento só foi do momento.

Acho que já passou da hora de eu me desculpar com ela, eu bati nela mano, eu dei um tapa na cara dela, eu só bato em vadia, ela não é nem de longe uma vadia, ah e sem falar na pior merda que fiz na minha vida, eu simplesmente falei pro Justin que ele não era meu amigo.

Essa sim foi a pior, ele sempre foi meu amigo, o problema é que sou mais apegado ao Chris, não conto muitos segredos para o Justin muito menos pro Ryan, só pro Chris, mas eu posso muito bem contar com eles e eles comigo, eu sei disso, amo eles.

Por falar em Chris, era pra ele vir em casa hoje, sexta é sempre dia de cerveja, pizza e jogo, e essa bixa não chegou até agora, peguei meu celular e disquei o número dele, chamou, chamou, chamou e nada desse pirralho atender, disquei mais uma vez e nada também.

Decidi por fim pegar meu carro e ir até a casa dele, me levantei do sofá e fui até minha garagem, disquei o nome do carro no monitor e em segundos as chaves do próprio caiu em minhas mãos, abri a porta e entrei, logo saindo da garagem e caindo nas ruas de Miami.

A casa de Chris não era tão longe da minha, por tanto levou no máximo dez minutos pra chegar lá, os seguranças abriram a porta pra mim e estacionei o carro na frente da porta principal, saí do carro e abri a porta da sala, essa cena eu juro que ri, ri muito.

Chris estava pegando a empregada dele, ótimo, por isso esse viado não foi lá em casa, que sem vergonha, comecei a bater palmas e continuei rindo que nem um condenado, Chris olhou pra mim furioso, ele odeio quando atrapalho suas transas.

- Por isso que não foi lá pra casa Christian Beadles? – perguntei e ele riu de leve.

- Prefiro mulher cara, foi mal. – ele falou beijando o pescoço da vadia.

- Credo, vou é embora, não quero ver essa cena nojenta, falou ai, quando acabar vai pra mim goma 
fecho?

- Firmeza, já já toco la, fecha a porta direito. – ele disse e caí fora.

Entrei no carro rindo e saí da casa de Chris, esse garoto aprendeu certinho o que James ensinou, fui até minha casa rindo, como eu amo esse menino.

(...) POV

Raiva;

Ódio;

Nojo;

Sede de vingança.

Isso é tudo o que eu estou sentindo desse povo, de todos, de todos do império Bieber e do império Muller, a morte de James e Raquel não diminuiu minha raiva, ela só vai acabar quando todos estiverem mortos, todos, sem exceção.

- O que você quer? Por que me chamou? – ela perguntou arrogante.

- Tenho um serviço pra senhorita. – falei e ela me olhou confusa.

- Qual serviço?

- Você vai ter que invadir a casa do Bieber, quero que pegue um documento pra mim, esse documento vale muito, vou destruir uma venda dele pra um comprador importante. – expliquei.

- Lá tem centenas de segurança, como vou invadir aquilo? – ela perguntou.

- Você foi treinada pra isso, não te pago pra nada, anda logo que isso vai ser hoje, a propósito, Justin 
chama a menina de boneca de porcelana, acho que você já sabe qual recado passar pra eles né. – falei e ela concordou. – Agora vai.

(... 2) POV

Entrei no meu carro como ele mandou e fui em direção á casa do Justin, parei duas ruas antes e desci 
do carro, coloquei a mascara e o uniforme, andei e fui até a parte de trás da casa, tinha três seguranças, foi fácil seda-los.

Pulei o muro, caindo na grama úmida, e fui correndo até a porta da cozinha, que ficava perto do jardim, entrei e Ruth estava limpando os armários, atirei o sedativo nela e a mesma caiu no chão.

Fui andando devagar, a sala estava limpa, não tinha ninguém, subi as escadas e lembrei do corredor escondido onde ficava o escritório de Justin, mas antes a curiosidade falou mais alto e fui a procura dele, eu queria ver como ele tinha ficado, eram 8h da manhã, acho que ele está dormindo.

Fui abrindo as portas uma por uma, ao abrir uma, me deparei com um quarto cheio de ursos de pelúcia e bonecas nas prateleiras, não sabia que a tal dessa garota era tão infantil assim, mas continuando, entrei rapidamente no quarto e peguei uma das bonecas de porcelana das prateleiras.

Segurei a cabeça com uma mão e com a outra o corpo, bati contra o criado mudo tirando a cabeça da boneca, coloquei os restos na cama e procurei por um papel e uma caneta, achei um bloquinho rosa e uma caneta preta, escrevi o que tinha que escrever e coloquei a folha junto á boneca, saí do quarto e andei em diante.

Só o fato de a porta ser de mármore e ser a ultima já entregava ser do quarto de Justin, a abri devagar, e avistei uma cena linda, Justin estava deitado com a garota em seu peito, aquilo me fez rir.

Saí do quarto e fui em direção ao escritório, entrei, fui direto para mesa dele, abri as gavetas e procurei pelo documento, peguei meu celular e vi as fotos dele, depois de um certo tempo procurando finalmente o achei, comecei a ouvir uns passos e apertei os meus, dobrei o papel e o coloquei no bolso, fechei as gavetas e organizei tudo, saí do escritório e corri descendo as escadas.

- EI VOCÊ, ESPERA. – ouvi me gritarem.

Me virei, eu estava de mascara mesmo, era Pattie, ela parou e ficou pálida, corri para fora e os seguranças já estavam correndo até a porta principal, quando me viram começaram a atirar, corri me desviando, mas acabei levando um tiro na perna, fui mancando até o muro e com muita dificuldade, tentei pular, não deu certo, a dor era insuportável.

Olhei pra esquerda e os seguranças já estavam correndo em minha direção, juntei todas as minhas forças e consegui pular e passar para fora da residência Bieber, os seguranças que ficam na rua, me viram e começaram a correr e a atirar.

- OH MERDA. – gritei e corri.

Cheguei até meu carro, entrando nele o mais rápido possível, minha perna sangrava muito, maldição, acelerei indo para o galpão, uns dez minutos depois cheguei e saí do carro, em seguida entrando no galpão.

Ele já me esperava, pelo jeito estava ansioso por um sim, ele me olhou e seu olhar desceu para minha perna, andou até a mesa, pegou a maleta de primeiros socorros, e veio até mim, me colocou sentada no sofá e fez os devidos curativos.

- Eai conseguiu o que eu te pedi? – ele perguntou já nervoso.

- Lógico, olha com quem você está falando, isso é meio obvio. – falei e ele riu.

- Se você fosse realmente boa como diz, por que tomou o tiro?

- Vai se foder ok. – xinguei e ele riu mais ainda, idiota.

Tirei o documento do bolso e entreguei na mão dele, o mesmo leu e abriu a maior sorriso, foi até o computador e tirou três copias.

- Pronto, deixou alguma surpresa pra garota? – ele perguntou.

- Sim, uma boneca de porcelana quebrada.

- Boa surpresa. – ele disse rindo.

Alice POV

Acordei com Justin gritando, coçei meus olhos e me levantei, a gritaria não parava, andei até o banheiro, fiz minhas higiene matinal, vesti a camiseta de Justin que estava jogada no chão, abri a porta e fui para meu quarto, os seguranças que ficam no corredor estavam correndo e descendo as escadas.

Entrei no meu quarto pra trocar de roupa, quando abri a porta me deparei com uma das minhas bonecas quebradas na minha cama, e um tipo de bilhete ao lado, fui até ele e o peguei, olhei pra minha boneca perplexa, o pior era o que havia escrito no papel.

Nem me preocupei em trocar de roupa, desci as escadas correndo atrás do Justin, quando cheguei à sala, todos os meninos estavam lá, sem exceção de nenhum, até mesmo o Chaz, Justin estava gritando com os seguranças dele, e mais uns homens que não pareciam ser seguranças, eles não vestiam terno, eles eram despochados, igual ao Justin.

- EU NÃO PAGO VOCÊS PRA FICARAM COM A BUNDA EM UM SOFÁ, EU PAGO VOCÊS 
PRA DEFENDEREM ESSA CASA, NÃO ADMITO ERROS, NÃO QUERO QUE ACONTEÇA MAIS ESSE TIPO DE COISA, ESTAMOS ENTENDIDOS? – ele perguntou gritando.

- Sim senhor Bieber. – eles responderam em um coral.

- AGORA ACHEM O DESGRAÇADO E TRAGAM ELE PRA MIM, MAS O QUERO VIVO. – Justin gritou novamente.

- Justin, posso saber que brincadeira de mau gosto foi aquela no meu quarto? – perguntei e ele me olhou furioso.

- Agora não Alice. – ele disse arrogante.

- Agora sim, você quebrou uma das minhas preferidas seu idiota. – o xinguei e ele me olhou novamente, com cara de duvida.

- Do que você ta falando Alice? – ele perguntou.

- Vamos lá no meu quarto que tu vai saber.

Ele riu de leve e foi na minha frente, se ele esta achando que vai rolar algo, ele esta enganado, chegando ao meu quarto, abri a porta e Justin entrou na minha frente, a fechei e ele olhou pra boneca, cruzei meus braços e esperei por uma resposta.

- Não fui eu, disso eu tenho certeza, quando eu quebro suas coisas eu escondo, não deixou a mostra. – ele disse.

- Como é? – perguntei perplexa.

- Ah, eu já quebrei uns dois vidros de perfume, e fui ver suas bonecas, acabei derrubando uma bem pequena no chão, mas eu joguei no lixo, pra você não brigar comigo. – ele falou normalmente, que imbecil.

- Nunca mais entre no meu quarto, você é desastrado demais, mas continuando, se não foi tu, quem foi? – perguntei já sem paciência.

- Eu não sei. – ele falou me olhando serio.

- Você leu o bilhete?

- Ah, nem vi que tinha bilhete. – ele disse pegando o próprio e lendo.

- Muito cuidado por onde pisa um passo em falso, e será você no lugar dessa boneca, com muito amor NC. – ele leu em voz alta.

- Quem é NC? – perguntei e ele me olhou confuso.

- Eu não sei, vou olhar as gravações de vídeo, pra ver se as câmeras pegaram algo. – ele disse e saiu 
do quarto.

Eu fiquei lá, com medo, quem fez isso senhor, decidi ir tomar um banho e trocar de roupa, tirei a camiseta do Justin e entrei no Box, tomei um banho rápido e fui para o meu closet escolher uma peça, estava quente demais.

Justin POV

Vão tomar tudo bem no meio do rabo, bando de inúteis, não prestam pra porra nenhuma, na hora de pegar o pagamento eles são ótimos, como que eles deixam uma pessoa invadir minha casa e sair ileso? Não é possível uma coisa dessas.

O que mais me intrigou foi aquela boneca quebrada e aquele bilhete, eles querem fazer mal á Alice, e o único que chama ela de boneca de porcelana sou eu, eles querem me afetar usando ela, e estão conseguindo, não que eu ame ela, o problema é que machuca James.

Chamei todos os meninos pra minha casa, vamos fazer uma varredura completa nessas gravações, preciso saber quem foi urgentemente, juro matar esse desgraçado, todos vieram até mesmo Chaz, sentei no sofá junto á eles, na mesinha de centro havia um Notebook, que provavelmente deve ser de Chaz.

- Quero que faça de tudo pra achar quem foi. – mandei e Chaz me olhou com cara de nojo.

- Em plena sexta feira, eu estou aqui fazendo essa coisa chata, só por que seus seguranças não fazem o serviço direito. – ele reclamou me fazendo ficar nervoso.

- Ah, pior é eu que tive que parar uma transa, só pra vim pra cá. – Chris reclamou junto.

- Bom, faça o que quiser, só saiba que quem vai correr perigo vai ser sua doce Alice. 

- O que? – ele perguntou me olhando.

- Faz essa porra logo garoto. – mandei e ele revirou os olhos.

Ficou um total silencio, o único barulho que se escutava era o barulho dos dedos de Chaz entrando em contato com as teclas, ele as vezes me olhava rapidamente, mas logo retornava o olhar para o computador, um tempo depois ele nos chamou e começou a mostrar as gravações.

- Bom, é uma garota, e ela esta de mascara, por tanto, não dá pra ver muita coisa, mas só sei que é gostosa. – ele falou e eu olhei para tela.

Realmente corpo de homem não era, ela até que era gostosinha, mas Alice ganha, na gravação aparecia meu escritório e ela roubava um documento, eu vou esfolar cada célula dessa garota por roubar algo meu, talvez no inferno ela aprenda a não roubar o que é meu.

- Ela só pegou esse documento? – perguntei.

- Acho que sim, aqui tem outra onde mostra ela entrando no quarto da Alice, saindo e entrando no seu, essa câmera é do corredor. – Chaz falou me olhando.

- Aham, entendi, será que tem digital na boneca?

- Ela usou luvas Justin, vai ser difícil achar essa garota, pega o tal bilhete pra eu ler. – ele falou e eu levantei.

- Ok, espera ai. – falei e subi as escadas correndo.

Passei pelo corredor e os seguranças estavam já trocando de turno, inúteis mesmo, abri a porta de Alice e ela estava sentada na cama, já tinha trocado de roupa, entrei no quarto e ela me olhou assustada, não era por menos, ela deve estar morrendo de medo que algo aconteça com ela.

- Preciso do bilhete. – falei.

- Ta em cima do criado mudo. – ela disse e eu o peguei.

- Até depois. – disse e saí.

Desci as escadas e me sentei novamente no sofá, entreguei o bilhete para Chaz, o mesmo leu e me entregou novamente.

- Essa pessoa quer mesmo aterrorizar, a boneca tá quebrada? – ele perguntou.

- Sim.

- Uau, é, infelizmente não vai dar pra ver quem é ela tá de mascara, alguém aqui pelo menos atirou nela?

- O Pedro disse que sim, ela foi mancando até o muro de trás e conseguiu pular, tomou um tiro na perna. – expliquei.

- Deve ter sangue fresco no chão, não faz muito tempo que isso aconteceu. – Chris disse e saímos para o lado de fora da casa.

Ao chegarmos ao lado de fora, olhei para o chão, não via nada, até que reparei bem, e tinha algumas manchas, mas eram pequenas, deve ter começado a sangrar minutos depois da fuga, olhei pra trás e Chaz pegou uma maleta que estava do lado do Notebook, de dentro ele tirou um cotonete onde passou nos pequenos respingos de sangue que estavam no chão.

- Vou levar pro Rick examinar isso aqui. – ele disse guardando em um saco plástico.

Rick era um dos nossos legistas do laboratório Bieber, lá eles examinavam tudo, quando havia acontecimentos como esse, nós os chamamos pra examinarem tudo, desde digitais á DNA, Chaz estava indo em direção ao seu carro, e os meninos estavam voltando para dentro, pensei rápido e percebi que não era legal ficar brigado com ele, Chaz sempre me ajudou em tudo por tanto não era bom ficar nesse clima com ele, corri até o mesmo e o chamei.

- Chaz. – gritei e ele se virou.

- O que você quer? Me espera que daqui á meia hora já te trago o nome dela. – ele falou e entrou no carro.

- Eu quero falar com você. – disse e ele bufou.

- Fala rápido. – ele disse olhando para o volante.

- Eu queria me desculpar com você por tudo, não quero ficar mais nesse clima. – falei e ele me olhou.

- Sério? Eu também. – ele falou sorrindo.

- Verdade?

- Não, eu não tô mais nem aí pra você, você não queria ganhar ela, pois bem, você ganhou agora parabéns, tchau. – ele disse e deu partida.

Fiquei lá com cara de tédio olhando para o nada, eu tentei, mas ele não facilita em nada, entrei de volta em casa e Chris já estava de saída.

- Tenho que terminar um assunto. – ele disse sorrindo com malicia.

- Vai logo pirralho. – falei dando um tapa em sua cabeça.

Megan POV

Acordei com meu celular tocando, era Justin, atendi e ele me disse pra ir pra casa dele, pois precisa da minha ajuda, e sabe o que eu fiz? Simplesmente desliguei na cara dele, não sou babá de ninguém, eu vim pra Miami de novo, pois quero ajudar a pegar o cara que matou meu mestre, só, apenas isso, não vou ficar servindo de babá de ninguém.

Ontem eu fui dormir chorando, e mais uma vez, pelo mesmo motivo, Christian Beadles, é sempre por causa dele, Chris nunca ligou para os meus sentimentos, mas ele sempre ligou para todas aquelas vadias baratas das boates aonde ele vai, estou com saudade do toque dele, do abraço dele, de tudo, estou com saudade dele, do meu Chris, e prometo solenemente matar qualquer vagabunda que chegar perto dele.

Foi um sacrifício pra eu sair da cama, mas consegui, andei até o banheiro, prendi meu cabelo em um coque o escovei meus dentes, tirei meu pijama e entrei no Box, tomei um banho quente e demorado, hoje não estou com paciência pra nada, me enrolei na toalha e fui para o meu closet, escolhi uma roupa básica, me vesti, passei perfume, fiz uma maquiagem rápida e básica, coloquei meus colares, peguei minha bolsa colocando minha arma dentro e saí do quarto.

Desci as escadas e fui pra cozinha, peguei uma garrafa de água mineral e fui até a garagem, escolhi o carro, entrei colocando meu celular no painel e dei partida, os seguranças abriram o portão e eu saí indo pra casa dele, me desculpe, mas a saudade falou mais alto, preciso de um abraço dele, urgente.

O caminho foi curto, pois eu acelerei bastante, chegando na entrada, os seguranças logo abriram os portões, estacionei meu carro na entrada e abri minha porta saindo dele, peguei minha bolsa e meu celular, andei até a porta principal e a abri, nunca bati mesmo, sinto falta dessa casa, bons tempos.

Quando entrei, meu coração se despedaçou, eu queria abrir um buraco no chão e me esconder lá dentro, talvez um buraco no núcleo da Terra, isso, isso sim seria bom, não estava acreditando no que estava vendo, Chris estava se pegando com a empregada, logo com uma qualquer como ela, sempre foi assim, eu sou uma burra mesmo, ele sempre me trocou por pouca coisa, mas sempre fazia questão de trocar e esfregar na minha cara.

- Que lindo Christian, por que você não filma de uma vez e me manda? – perguntei fazendo ele parar o beijo e me olhar.

- Megan? O que você tá fazendo aqui? – ele perguntou desesperado.

- VAGABUNDA. – gritei partindo pra cima da garota.

Puxei ela pelos cabelos a fazendo gritar de dor, dei um chute em seu estomago, a ajoelhando, segurei novamente em seus cabelos com uma mão e com a outra a mantive presa pelo pescoço, ela começou a ficar vermelha, seus pulmões estavam doidos por ar, olhei para Christian e ele estava com um sorriso idiota nos lábios.

- Não mexa com quem está quieto. – falei o olhando no fundo dos olhos.

- Não tenho medo de você Megan. – ele dizia sorrindo com superioridade.

- Mas deveria ter. – falei a empurrando no chão.

Olhei para Christian e voltei minha atenção na garota, comecei minha sessão de chutes pelo corpo dela, ela tentou se levantar, mas eu dei outro chute a fazendo cair novamente, fui até minha bolsa, tirando de lá minha 9mm, destravei e apontei a mesma para a garota ruiva que estava sangrando no chão.

- Megan já chega, não precisa matar a garota. – ela disse.

- Agora você fala isso não é mesmo, quando eu estava batendo nela, você não deu um piu, talvez porque estava gostando. – falei e ele sorriu de leve.

Lógico que ele estava gostando, isso era obvio, eu sou mesmo uma burra de primeira linha, joguei minha arma longe e a arrastei para fora da casa, peguei em seus cabelos, umas empregadas estavam colocando o lixo para fora, aproveitei que o portão estava aberto e fui a levando para fora da residência, chegando à rua a joguei bem no meio da calçada, ela me olhou chorando, o canto da sua boca sangrava por conta de uns tapas que eu dei.

- Nunca mais se quer olhe para ele, se fizer tal ato, vou ter que partir pra violência. – falei rindo de leve pelo sarcasmo. – Estamos entendidas meu amor? – perguntei ficando da altura dela e segurando em seu queixo.

- S-sim. – ela falou gaguejando.

- Agora vaza daqui, AGORA. – gritei a ultima palavra.
A garota pareceu um leopardo correndo, dei meia volta e entrei na casa de Christian de novo, ele estava rindo todo jogado no sofá, me sentei em um que era de frente para ele, Chris virou o rosto e me olhou, parou de rir, mas continuou sorrindo.

- Como você é brava. – ele disse rindo e se levantando.

- Não chega perto de mim, seu imundo. – falei e ele se jogou ao meu lado.

- Me desculpa Megan. – ele falou me olhando.

- É sempre assim, você faz cagada, pede desculpa, eu te desculpo, e continuo sendo a mesma trouxa de sempre. – disse já querendo chorar.

- Mas o problema é que não damos certo uma vez, não quero sofrer de novo, entende isso. – Chris falou passando a mão em meu rosto.

- Eu te odeio Christian Beadles. – falei e ele se levantou um pouco ficando cara á cara comigo.

- Eu te amo Megan Dews. – ele disse selando nossos lábios.





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                                                                      Continua? 

Obrigada por todos os comentários minhas vacas de cabarés...
Hello minhas vacas, tenho uma boa noticia para todas, boa não, ÓTIMA...
O canal de Trailers de OOA já está pronto, mas essa nem é a parte boa.
O PRIMEIRO TRAILER JÁ ESTÁ PRONTO!!!!!!
Como eu sou bad, vou publicar ele no canal só quarta, no caso amanhã, pois tem que resolver os últimos detalhes...
                                                            

                                                         










terça-feira, 18 de agosto de 2015

Opposite One Another - Capítulo 19 - Mom?







Justin POV

- Sua risada é uma delicia. – disse e dei um selinho nela.

- EU sou uma delicia. – ela falou dando ênfase no eu e jogando o cabelo para trás.

- Disso eu não posso discordar, agora vamos até a pista. – falei a pegando no colo e levantando.

- Por que você gosta tanto de me pegar no colo? – Alice perguntou me olhando com um sorriso nos lábios.

- Porque você é minha bonequinha de porcelana, se ela andar acaba quebrando. – falei e logo me arrependi, eu não gosto dela, não gosto e pronto.

- Ok então. – ela falou e respirou fundo.

Levei-a até meu carro de treino, já tinha reservado ele, o próprio era todo equipado, amortecedor em tudo, cinto de segurança reforçado, basicamente, tudo nele era de ultima geração e sem falar no turbo, ele era perfeito, a coloquei no chão e ela ficou séria, havia algo errado com certeza.

- O que foi? – perguntei segurando em seu queixo.

Ela me olhou, seus olhos começaram a encher d’água.

- Estou com saudades dos meus pais. – Alice murmurou deixando as lagrimas rolarem.

- Eu te entendo meu amor, eu sinto falta do James todo dia, a cada segundo eu sinto que vou desabar sem ele, ele era meu suporte pra essa vida, todas as noites eu colocava a cabeça no travesseiro e conseguia dormir, pois eu sempre tinha certeza absoluta de que eu e os meninos iríamos ficar bem, mas agora eu tenho que manter todos em segurança. – falei á abraçando.

- Eu sinto muita falta de conversar com minha mãe, eu queria tanto conversar com ela, pelo menos por uma ultima noite, eu contava tudo pra ela. – ela falou me apertando entre seus braços delicados.

- Pode contar tudo pra mim, eu quero te ouvir, me conta. – falei e ela sorriu fraco.

Ela me olhou e limpou as lagrimas com as mãos, abriu um sorriso.

- Não, deixa isso pra depois, agora quero aprender a dirigir, pra poder participar da formula 01. – Alice disse e eu ri.

- Ok senhorita. – disse batendo continência.

Ela abriu e porta e sentou no banco do motorista, abri a do lado direito e me sentei junto á ela, ela respirou fundo e colocou o cinto de segurança.

- Bom pelo jeito você já sabe que antes de ligar o motor, sempre procure por o cinto, a chave já está no contato, é só rodar pra direita. – disse e assim ela fez. – Ótimo, o pedal do meio é o de freio, o direito o acelerador e o esquerdo serve pra mudar a marcha, que no caso, você pisa nele e muda no cambio. – falei apontando para o cambio a minha esquerda.

- Ok. – Alice falou.

Olhei para o pé dela, ele estava no acelerador, o motor já estava ligado, ela colocou a mão no cambio e engatou a 5°, o carro rapidamente morreu.

- Não Alice, presta atenção, vou te dar um exemplo, se você tá parada, você não vai conseguir começar a correr á 100 por hora, vai? – perguntei e ela fez que não com a cabeça. – Então, com o carro é a mesma coisa, você tem que engatar a 1° primeiro, e ir acelerando aos poucos e mudando a marcha aos poucos também, entendeu?

- Sim. – ela disse e engatou a 1°.

O carro foi saindo do lugar devagar, mas logo foi tomando uma boa velocidade, ela segurava firme no volante, as unhas compridas pintadas em preto sem duvidas a deixava bem mais sexy, sem falar nos anéis finos e delicados, ela colocou a mão na marcha e engatou na 2° como eu falei, o carro foi acelerando e ela sorria alegremente.

- Ok, estamos chegando a uma curva, pisa no do meio que é o freio, mas pisa devagar. – falei olhando para seu pé, assim ela fez. – Vira o volante devagar na direção que é a curva.

O carro foi perdendo a velocidade e ela foi girando o volante pra direita, a curva de Alice foi perfeita, lembro-me de James me ensinando a dirigir e eu batendo o carro dele com tudo nessa mesma curva, foi engraçado.

- Parabéns, bela curva, agora pisa no acelerador.

- Engata a 3°? – ela perguntou olhando para a pequena estrada de terra.

- Você fez a curva conservando na 2°, pode engatar a 3°, mas vai com cuidado.

Ela engatou a 3° e foi acelerando, nessa parte eu mandei colocarem cones de sinalização, fazendo parecerem curvas, Alice foi diminuindo e aumentando a velocidade conforme passava por eles sem errar nenhum, ela é esperta, passamos por ele, chegou à lombada, ela diminuiu e engatou a 1°, passamos por ela e o carro não morreu.

Ficamos nisso durante três horas aproximadamente, Alice amou dirigir, ela pegou o jeito do volante fácil, voltamos para o galpão e ela decidiu que iria nos levar de volta para casa, eu deixei, até que dirigiu bem, só demorava um pouco mais pra parar quando estava atrás de carros, foi meio difícil, pois tinha muitos obstáculos, mas ela se virou muito bem, chegamos a casa e ela foi entrando devagar na garagem, os seguranças sorriram pra mim quando passamos por eles, ela estacionou no meio do quintal e saímos do carro.

- Você dirigiu muito bem. – disse e lhe dei um selinho logo puxando seu lábio inferior com os dentes.

- Obrigada, até que é fácil. – ela falou rindo de leve.

Abri a porta principal e entramos de mãos dadas, olhei para o chão e havia malas, olhei para a ponta da escada e avistei minha mãe, ela sorria alegremente para mim, mas quando seu olhar pousou sobre Alice, seu sorriso se desmanchou, e um olhar de deboche e superioridade se apoderou do lugar.

- Mãe? – perguntei nervoso.

- Justin, estava com saudades meu amor. – ela disse indo em minha direção e beijando minha bochecha.

Senti Alice indo para trás com a presença de minha mãe, isso pareceu a afetar, sei que às vezes minha mãe pode aterrorizar um pouco, mas ela é muito boa, ela meio que apenas não gosta que eu namore isso já me magoou, amor de mãe, apenas isso.

- Ah, eu também estava com saudades, essa é Alice, Alice Muller. – disse puxando Alice para mais perto de mim.

Minha mãe viu minha mão em sua cintura e começou a engolir seco, subiu seu olhar pelo corpo de Alice, seu sorriso de deboche era até engraçado, amo essa velha, quando seu olhar chegou até o rosto de Alice, sua feição mudou de sarcástica para confusa.

- Muller? – minha mãe perguntou.

- Prazer senhora. – Alice falou estendendo a mão para um comprimento.

Minha mãe como sempre com seu olhar de superioridade não apertou a mão de Alice, a fazendo logo abaixar a mesma envergonhada, juro que me deu vontade de rir.

- Não sabia que James tinha filha. – Pattie falou a examinando.

- Ela não é filha do James mãe, ela é enteada dele. – expliquei.

- Deixe que ela fale Justin, ela tem língua. – Pattie falou sendo como ela sempre é.

- Isso mesmo o que ele falou senhora, não sou filha do James, mas ele me deu o sobrenome dele. – Alice falou envergonhada.

- Ah, uma bastarda. – minha mãe disse, o que?!?!

- Mãe, para com isso. – chamei sua atenção.

- Tudo bem Justin, não senhora, meu pai morreu quando eu tinha 5 anos, então James me deu seu sobrenome.

- Ah, sinto muito. – minha mãe falou me olhando.

- Me deem licença, vou subir. – Alice falou me dando um beijo na bochecha.

- Pode ir. – minha mãe falou e ela subiu.

- Que horas chegou? – perguntei nervoso, odeio que não me avisem as coisas.

- Pouco tempo atrás, onde estava? – ela perguntou olhando em volta.

- Desde quando te devo satisfações da minha vida? – perguntei arrogante.

- Desde que pari um imbecil, agora me fala, onde estava?

- Eu já disse que não te devo satisfações de nada, ah e lembrando de 5 minutos atrás, nunca mais fale assim com ela. – a alertei, ela me olhou confusa, mas logo seu olhar mudou em sarcasmo puro.

- Ah lógico, já era de se esperar né Justin, obviamente que você esta apaixonado por essa bastarda ridícula, eu já te avisei uma vez, não avisarei novamente, ela é igual á todas as outras, vadia que só pensa no seu dinheiro, gasta, depois te abandona. – minha mãe cuspiu as palavras na minha cara.

Ouvi um passo no andar de cima, olhei e Alice estava com a mão na boca, o nariz todo vermelho e seu rosto molhando por conta das lagrimas, ela ouviu tudo o que minha mãe falou, dei um passo pra frente e minha mãe agarrou meu braço.

- Só vou te avisar mais uma coisa Justin, quando essa vadia barata te abandonar como Nole fez, não venha chorar no meu colo outra vez, estamos entendidos? – ela perguntou.

Me soltei de sua mão e corri subindo as escadas, Alice correu para o quarto dela e bateu a porta com força, a tentei abrir, mas ela foi mais rápida e trancou, encostei minha testa na porta de madeira branca, e coloquei minhas mãos apoiadas nela.

- Alice, abri a porta pra mim princesa. – sussurrei para ela, a ouvi fungar.

- Vai embora, por favor. – ela murmurou chorando baixo.

- Não escuta o que ela falou, presta atenção em mim, só em mim, abre, por favor. – sussurrei novamente.

Ela não respondeu, dava pra ouvi-la chorando baixinho, esperei cerca de um minuto e a porta foi destrancada, a abri devagar, olhei e Alice estava deitada na cama de barriga para baixo, agarrada ao travesseiro, entrei, fechei a porta e a tranquei novamente, fui em direção á Alice, me sentei no chão e coloquei minha mão direita em seus cabelos, ela continuava chorando baixo, e apertava mais o travesseiro.

- Eu quero minha mãe. – ela disse fraco e virou seu rosto pra mim.

- Eu também meu amor. – falei depositando um beijo leve em seus lábios.

Ela se levantou e se sentou na beira da cama, eu me sentei de frente pra ela no chão, Alice limpou seu rosto com as costas das mãos e prendeu seu cabelo em um rabo de cavalo, todo bagunçado diga-se por sinal.

- Acabou o choro? – perguntei sorrindo, ela fica linda com o rosto vermelho.

- Sim. – ela sorriu. – Você acha que eu vou roubar seu dinheiro e cair fora?

Eu não sabia o que falar, ia falar que sim, eu esperava, ou não, não esperava, eu realmente não sabia Alice não é nada minha pra eu achar isso, Nole era minha namorada, Alice é só, ela é só, ah, eu não sei o que ela é minha, mas pensando bem, não acho que ela faria isso, ela não sabe nem dirigir direito, quanto menos tentar roubar minhas senhas de bancos.

- Não, não acho. – falei por fim. – Agora tenho que ir resolver uns negócios no meu escritório, quer ir comigo?

- Sim. – ela falou se levantando.

Destranquei a porta e a abri, saímos do quarto e entramos no corredor do meu escritório, abri a porta do mesmo e ela entrou primeiro, se sentou na cadeira de frente pra minha, entrei, fechei a porta e me sentei na minha cadeira de couro, abri meu notebook, comecei a analisar os milhares de emails dos compradores, tinha que ler um por um e responder todos, olhei pra Alice e ela me olhava curiosa.

Abri uma das gavetas, e procurei por um documento que deixei separado, era a venda para um comprador meu, tirei todos da gaveta e fui vendo um por um, até que vi o que James deixou, que no caso era pra passar todos os bens dele para Alice, li ele rapidamente e o separei, me lembrei que tinha que ter mostrado isso pra ela tempos atrás, mas acabei me esquecendo.

- Ah, Alice, tenho que te mostrar uma coisa, lembra quando eu te disse que você iria morar comigo até completar 18 anos? – perguntei.

- Lembro, por quê? – ela perguntou.

- Então, James deixou esse documento. – falei estendendo o mesmo para ela. – Nesse papel consta que todos os bens de James, sem exceção de nenhum, ira para o seu nome, mas só quando completar 18 anos, pois sendo menor de idade, não da pra retirar nada do banco.

Ela começou a ler e ficar com uma feição de duvida, quando terminou, colocou o documento sobre a mesa e me olhou.

-Bom, uau, é tudo mesmo? – ela perguntou com uma feição de impressionada.

- Sim, menos o império Muller, ele é meu, de resto, tudo é seu. – falei e ela sorriu.

- E quais são os bens?

- Bom, James me deixou uma carta e esse documento, não vou te mostrar a carta, pois é pessoal, mas o documento pode pegar pra tu, os bens são casas, carros, contas em bancos, motos, hotéis, sim ele tem mais de 5 hotéis, e uma coisa que eu amava muito, James tinha mais de 10 cassinos. – falei e ela arregalou os olhos.

- Uau, meu pai realmente tinha muita coisa, então tudo isso é meu? – ela perguntou rindo de leve.

- Sim, tudo. – respondi.

Ela me olhou e sorriu, mas no fundo eu sinto que ela não quer nada disso, Alice só quer viver, sim, acho que a explicação mais exata sobre o que ela quer seria isso, viver.

- Ok, eu não vou ter império nenhum? – ela perguntou fazendo drama.

- Sim, se você quiser, mas o império dele passou pro meu nome, você pode erguer o seu, mas tem que ter garra, é difícil se erguer no meio de tantos mafiosos que tem, James era o maior deles, eu vinha em segundo lugar. – expliquei e ela riu.

- Acho melhor eu só pegar o dinheiro mesmo. – ela falou rindo e eu a acompanhei. -  Quer ajuda?

- Quero. – menti a fazendo se levantar.

- O que eu faço? – Alice perguntou ficando ao meu lado.

- Só sente bem devagar. – falei a agarrando e a sentando em meu colo.

- Pode parando por ai. – ela disse tentando se levantar.

- Ah não Alice, você prometeu que depois que nós voltarmos nós iríamos fazer, por favor, minha boneca. – falei e ela riu.

- Mas eu quero aprender a mexer com os negócios. – Alice disse apontando para mesa.

- Vamos lá pro quarto vai. – falei e a peguei no colo.

Abri a porta e andei até meu quarto, fechando a porta logo em seguida, a deitei na cama e fiquei olhando, ela sorriu e piscou pra mim, não aguentei e ri.

- Hoje quero fazer algo diferente. – disse e ela sorriu.

- O que, por exemplo? – ela perguntou.

- Vou usar minha parceira. – falei e corri até meu closet.

Ajoelhei no chão e abri uma porta no fundo do closet, pegando de lá de dentro minhas algemas, tinha tantas outras coias, mas decidi ficar apenas por isso mesmo, voltei para cama e lá estava ela, linda como sempre, deitada sorrindo alegremente, sendo sempre minha boneca de porcelana, fui até ela e mostrei as algemas, quando Alice a viu, engoliu a seco.

- Isso vai me machuca. - ela disse se levantando.

- Prometo que não meu amor. - falei cruzando os dedos.

- Tá. - ela disse meio receosa.

Fui até Alice e coloquei seus braços para trás, logo em seguida prendendo seus pulsos na algema, ela riu um pouco e eu beijei o topo da sua cabeça.

- Vou te enlouquecer senhorita Muller. - disse rindo de leve.

- Me enlouqueça senhor Bieber. - ela falou mordendo os lábios e logo rindo.

Andei até a frente da TV e coloquei na rádio, estava tocando algo que não conhecia, mas era legal, fiquei se frente para Alice e tirei minha jaqueta, logo após tirando meus supras, ela ria e eu dançava levemente conforme os movimentos, tirei minha camiseta e me aproximei dela, a mesma beijou meu abdômen, me fazendo rir safado.

Desabotoei minha calça e abri meu zíper, a deixando cair no chão, quando Alice viu minha cueca branca mordeu os lábios, tirei a calça por completa, indo a sua direção, ela olhou em meus olhos onde os mesmos deveriam estar brilhando, cheguei perto de seu corpo e ele estava transmitindo calor.

Segurei em sua blusa, seria fácil rasga-lá, pois o tecido era fino, e foi isso que eu fiz, quando o resto do tecido caiu ao chão, Alice me olhou perplexa, eu ri e vi o belo sutiã roxo que ela estava vestindo, amo roxo, fui a deitando novamente na cama e coloquei minhas mãos na borda de sua saia vermelha, a puxei e a joguei no chão, só não rasguei por dó.

Sua calcinha era fio dental da mesma cor do sutiã, tirei suas sandálias e seu colar, ela estava vermelha, era impressionante o fato de eu já ter visto esse corpo e do mesmo jeito ela continuava com vergonha, a puxei pelas coxas e me ajoelhei em sua frente, colei nossas partes íntimas cobertas pelos finos panos e foi muito bom.

Debrucei-me e colei nossas testas, devagar dei um beijo leve, mas logo esse beijo calmo se tornou em um feroz, eu mordia constantemente o seu lábio inferior, e ela gemia com isso, desci o beijo para seu pescoço, distribuindo mordidas e chupadas no local, desci novamente para seu colo, suguei a parte do seu seio que ficava a mostra no sutiã.

Fui descendo para sua barriga e finalmente cheguei a sua calcinha, coloquei meus dedos nas bordas a puxando, a despi por completo e comecei a massagear meu membro por cima da cueca, ela já estava até doendo de tão duro, pois é Alice não precisa de muito esforço pra né deixar de pau duro.

Terminei de me despir e abri as pernas de Alice, onde tinha uma vista privilegiada do paraíso, fui até minha calça e tirei de lá minha camisinha, já tinha deixado reservado pra hoje.

- Meus braços estão doendo. - ela disse choramingando.

- Você não aguenta nada que saco. - falei arrogante a puxando pelo braço e retirando a algema.

- E você é muito grosso.

- E você é uma vadia. - falei e logo senti meu rosto arder.

- Fique sabendo que nenhuma mulher se atrever a me bater, nem minha própria mãe. - falei dando um tapa forte em sua coxa direita que provavelmente vai estar roxa amanhã de manhã.

Ela pareceu não sentir dor, por incrível que parece ela pareceu sentir prazer, pois deixou um gemido escapar, me fazendo sorrir safado.

- Você gosta né? - falei em seu ouvido.

Fui distribuindo beijos molhados e quentes por seu pescoço até o colo, parei os beijos quando cheguei perto do decote do sutiã, Alice gemeu em reprovação, sorri e puxei seu sutiã pra baixo, fazendo parar na barriga e deixar seus seios à mostra, peguei em seu cabelo fazendo um rabo de cavalo com a mão.

- SE AJOELHA. - gritei, pude jurar que os vizinhos devem ter escutado.

Alice rapidamente se ajoelhou ficando em minha frente, seu cabelo ainda estava em minhas mãos, abaixei munha cueca fazendo meu memoro pular pra fora e Alice dar de cara com ele, a fazendo arregalar os olhos.

- Hoje quem vai chupar algo vai ser tu. - falei e ela me olhou desesperada. - Pode ficar calma que eu vou te ajudar em tudo.

- Ok. - ela respondeu ansiosa.

Peguei em sua mão e a coloquei em meu membro, comecei a ir pra cima e pra baixo, aos poucos ela foi pegando o jeito, minhas pernas às vezes tremiam por conta dos choques que eram dados em minha espinha.

- Agora chupa a cabeça devagar. - falei e assim ela fez.

Minha boneca chupava devagar e eu amava, até que segurei com mais força em seu cabelo empurrando sua cabeça contra meu membro, queria mais contato, fui empurrando tanto que a ouvi se engasgar com meu tamanho.

Ficamos nisso durante uns 10 minutos, não aguentei e acabei gozando na boca dela, a levantei do chão e a coloquei na cama sentada, ela me olhava parecendo uma criança olhando para um doce na padaria.

- Quero que você fique virada de bruços na cama, com a bunda empinada, bem empinada, se fazer errado vai apanhar de novo. - falei e ela engoliu á seco.

Rapidamente Alice ficou na posição que pedi, sua bunda era perfeita, redonda e grande, ela era toda gostosa, seios fartos e uma bunda de tirar o fôlego, me posicionei atrás dela e coloquei minhas mãos em sua bunda apertando o local, era macia e durinha, massageei bem o local e preparei minha mão dando em seguida um tapa que ardeu até a mesma.

Olhei e vi a marca de minha mão se formar em sua nádega direita, ficou perfeito, peguei em meu membro que já estava duro de novo, e o rocei em sua entrada, fazendo ambos gemerem, a penetrei devagar e ela gemeu, comecei com movimentos lentos e profundos, mas logo fui aumentando, fazendo minhas bolas baterem em sua bunda, que por sinal estava toda empinada, dei mais um tapa, só que um pouco mais forte e rápido, ficou a marca de novo.

- Eu estou fazendo certo, por que tá me batendo? - ela perguntou gemendo logo em seguida.

- Porque é gostoso. - falei e dei mais dois tapas ardidos.

Mudei a posição, virei Alice para mim e envolvi suas pernas em minha cintura, comecei novamente os movimentos, ambas as partes gemiam muito, coloquei minhas mãos em seus seios e os apertei, decidi manter minhas mãos lá, era ótimo.

Depois de um certo tempo, saí de dentro de Alice e me deitei a trazendo para meu colo, só que virada de costas, queria ver ela rebolando aquela bunda maravilhosa, pensando bem, acho que nunca durmi com alguma mulher desse porte magnífico, a deitei e ela empinou a bunda, conseguindo ficar em cima do meu pau.

Alice começou a rebolar devagar, era uma visão maravilhosa, eu gemia alto, amava quando ela rebolava assim em mim, como eu disse antes, é uma bunda perfeita, segurei em seus quadris e comecei a forçar para baixo, friccionando nossas partes íntimas, eu amo isso.

Depois de um tempo assim, senti meu segundo orgasmo chegar e pelo jeito o de Alice também estava chegando, senti sua vagina mastigar meu pau e ela gozar, Alice rebolou mais três vezes e gozei, urrando alto.

Alice saiu do meu colo e se enrolou nos lençóis de seda branca, ela olhou pra mim e sorriu, seu rosto estava vermelho por conta do calor, isso a deixava sem dúvidas bem gostosa.

A chamei pra deitar no meu peito, a mesma veio e se arrumou em meu peito, logo após durmi
pensando nela, espero de coração que ela está pensando em mim.

Alice POV

Ok, organize sua mente Alice, vamos organizar por tópicos, primeiro você foi embora do Brasil, veio pra Miami, segundo, você conheceu ele, mas espera, você não está apaixonada por ele, não, isso não, ok, vamos continuar, terceiro, você descobriu toda a verdade sobre seu padrasto, quarto, você está se envolvendo nisso agora, e em quinto lugar, mas não menos importante, você está treinando, você até aprendeu a dirigir garota.

Já é a segunda vez que durmo com Justin, não que eu não goste, mas a cada toque ou palavra que ele faz ou diz, eu me entrego mais, e isso é errado, pois sei que no fundo ele não presta e que a qualquer momento ele pode me destruir por dentro, isso é como uma bomba relógio pode explodir a qualquer instante.

Eu no fundo não sei o que sinto por ele, Justin não demonstra gostar de mim, ele tenta, mas não é real, eu sei que não é, acho que depois que a ex dele o deixou, Justin não consegue mais amar ninguém, deve ser porque sofreu muito e tem medo, é, deve ser por isso.

Pensando nela, eu queria ver uma foto dessa garota, Nole, acho que é esse o nome dela, mas o que realmente fica batucando na minha mente, é o porquê dela ter abandonado ele, falta de carinho não foi, pois pelo que Caitlin me contou, Justin sempre demonstrava amor por ela, deve ser dinheiro.

A e o show ainda não acabou, a mãe do Justin chegou hoje, ela me chamou de bastarda, eu sei quem é meu pai, não me lembro dele, mas eu sei que tive um pai e que ele morreu quando eu tinha 5 anos, minha mãe nunca me falou muito dele, eu tenho vagas lembranças dele, bem poucas mesmo, mas o que realmente me machucou foi o fato dela dizer que eu era igual á Nole, eu nunca pensei em roubar o dinheiro de Justin,e como ele mesmo disse, eu tenho o suficiente.


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                                                                     Continua?

                                       Obrigada por todos os cometários...Amo vocês.


               Não me matem please, eu demorei pouco pra postar...essa ironia não ficou legal né,                                                                                          hshshs..

                       Peço mil desculpas, vocês sabem o motivo, mas tudo passou, agora estou de volta                                                                 minhas vadias de cabaré..

               Esse hot foi mais um presente da Tia Belle minhas vacas, bom, espero que aproveitem                                                muito esse capítulo, como todos que viram em diante.

            Eita dona Pattie, a Alice não é uma bastarda oush, ela só não tem papai, mentira, tem                                   sim, o Justin, ela senta bastante no colo do pai dela muahaha

                          Assinado: TIA BELLE...