Segunda feira 02:00h am
Alice POV
- Eu não estou acreditando que você beijou
duas irmãs ao mesmo tempo cara. – falei gargalhando e Nate me acompanhou.
- Elas eram gatas, e eu, continuo sendo
gato, me faça o favor de parar de me julgar e entender que sou homem e tenho
minhas necessidades básicas. – ele disse me fazendo rir mais.
- Você não vale nada Nate. – falei bebendo
mais um gole do quarto copo de cerveja.
- Mas e você Alice Muller, vale algo? – ele
perguntou me olhando enquanto tomava a bebida.
Admito que Nate não era de se jogar fora, ele
era bonito, muito bonito, mas o que mais me chamava a atenção, era o modo de
como ele realmente queria fazer amizade comigo, ele realmente se esforçava para
continuar o papo e me fazer rir, coisa que eu estava amando, pois precisava rir
um pouco, já que o garoto que eu mais amo na vida, só me faz chorar, mas fazer
o que, a sorte não anda ao meu favor ultimamente.
- Logico que sim. – falei jogando meus
cabelos para tras o fazendo rir.
- Já
disse que você é linda? – ele perguntou me deixando envergonhada.
- Já. – falei olhando para minhas mãos.
- Então vou repetir, porque meu Deus, você
é perfeita, eu amo loiras de paixão. – ele disse rindo e eu apenas sorri.
- Ok ok, chega de elogios, fico com
vergonha, e tenho namorado moço. – falei e ele riu abaixando a cabeça.
- Se seu namorado se importasse mesmo com
você, a mesma não estaria em um boteco cheio de bêbados fedendo a cachaça. –
ele disse me fazendo engolir á seco.
- Não é bem assim Nate, Justin é uma boa
pessoa, só estamos tendo problemas, mas resolveremos isso, não o julgue sem o
conhecer, por favor. – falei com uma certa raiva na voz, por que eu ainda o
defendo?
- Ok, você está certa, me desculpe, é que
não dá pra entender, o Bieber não é todo fodão? Então por que ele deixa a
namorada sozinha em um lugar desse? Eu sei que não sou um ótimo modelo de
exemplo, mas eu jamais faria isso, ainda mais com uma menina delicada como
você. – ele disse e abaixou a cabeça novamente.
- Ok, já chega, é melhor parar, pois as
paredes tem ouvidos, não quero você morto amanhã, porque falou besteira. –
disse e ele riu.
- Pode apostar que o Drew não me da medo,
muito pelo contrário, me faz rir, Justin não é tudo isso que você imagina
Alice, não tenho medo dele, nunca tive. – ele falou me deixando com raiva, ele
tem problemas, só pode.
- Nate, quer calar a boca? Se alguém da
gangue do Justin escuta isso, você é um homem morto, você acha que conhece o
Justin, mas não conhece, ele é ruim sim, ele não tem piedade, eu conheço ele
melhor do que ninguém, e posso afirmar, quando ele esta com raiva, ele não mede
forças. – falei levantando, esse papo já me deu ânsia.
- Me desculpa Alice, mas sabe qual é o
problema? Você nunca viu ninguém que não tenha medo dele, e quando encontra,
fica brava por achar que essa pessoa esta falando bosta, só digo uma coisa,
tudo o que o Justin sabe, eu também sei. – ele disse, mas eu já estava saindo
do bar.
Fui até meu carro, entrei e liguei o motor,
logo pegando a estrada, eu estava cansada, bebi demais, meu corpo pedia por uma
cama, acelerei mais o carro, em 10 minutos cheguei em casa, os portões foram
abertos, olhei a hora e eram 03:30 da manhã, a chuva ainda continuava a cair,
mas, com bem mais intensidade.
Estacionei o carro dessa vez na garagem,
saí, e subi as escadas até a sala, odeio essa casa ser tão grande e ter tantos
andares, o Justin realmente gosta de ostentação, a garagem era subterrânea,
quando cheguei a sala, estava vazia, subi as escadas quase morrendo, minhas
pernas estavam doloridas demais.
Passei pelo quarto que Ryan costuma dormir
e ouvi a voz de Caitlin, esses dois são uns bipolares mesmo, fui até o ultimo
quarto, onde se encontrava a porta mais linda, e a mais cara, creio eu, o
batente era de mármore e a porta de madeira envernizada, amo ela, a abri
devagar, entrando na ponta dos pés.
Olhei para cama e Justin estava dormindo,
agarrado ao meu travesseiro, se eu não estivesse com raiva dele, eu acharia
fofo, mas nem cola, fui até o banheiro retirando minha roupa e colocando no
cesto, retirei as roupas de Justin do chão as colocando lá também, tomei um
banho quente para relaxar, me enrolei na toalha, e fui até o closet, peguei um
pijama confortável, e fui para cama, me cobri, e me encolhi, o frio estava
forte, desliguei o ar condicionado, e liguei o aquecedor.
Puxei meu travesseiro de Justin com uma
dificuldade imensa, me deitei e ele rapidamente me agarrou, enterrando seu
rosto no meu pescoço, seu braço esquerdo me abraçou, me esquentando mais, senti
sua respiração calma em meu ouvido e isso me deu um alivio imenso, eu admito
que tenho medo que algo aconteça com ele, eu o amo muito.
- Me desculpa, eu te amo muito. – ele
sussurrou em meu ouvido, fazendo meus olhos se encherem de lagrimas.
- Ok, agora durma. – falei fechando meus
olhos.
Justin POV
Acordei com o barulho da porta abrindo e
gritos de crianças, eram meus irmãos, pestes...
- JUSTIN, ACORDA, ACORDA, ACORDA,
ACORDAAAAAA. – Jazmyn gritou pulando na cama.
- CALEM A BOCA SEUS PORRAS, DESCE DA MINHA
CAMA COM ESSES PÉS IMUNDOS JAZMYN. – gritei para eles e Alice acordou .
- Justin para de gritar cassete. – Alice
reclamou fazendo os dois rirem.
- Ela disse cassete, mamãe não gosta desses
palavrões. – Jaxon disse rindo.
- Me desculpe coisa linda, como você se
chama? – ela perguntou fazendo carinho no cabelo loiro de Jaxon.
- Jaxon Bieber, e você gatinha? – ele falou
piscando, puxou ao irmão mesmo.
- Alice Muller. – ela respondeu rindo
depois de ver Jaxon piscando.
- Você é a menina bonita que meu irmão
falou? – Jazmyn perguntou, fazendo Alice ficar vermelha.
- Não sei, mas como você você se chama? –
ela perguntou mudando de assunto.
- Jazmyn Bieber. – ela respondeu sorrindo,
sem seus dentinhos na frente.
- Você é linda demais. – Alice falou
sorrindo e lascando um beijo na bochecha da pequena.
- Você também, Alice Bieber. – Jazmyn falou
e saiu correndo com Jaxon para fora do quarto.
Alice me olhou com o rosto super vermelho,
dei um beijo em seu rosto e levantei a deixando lá, fui até o banheiro e tirei
minha boxer, entrando no banho, hoje vai ser um dia cheio, tenho que ir para
Paris, amanhã, treinar o pessoal e principalmente Alice, era pra termos viajado
ontem, mas Alice chegou bem tarde, ai complicou, só tenho dois dias pra treinar
eles, até quinta feira, o dia do roubo.
Esse plano tem que dar certo, e vai dar, se
todos fizerem o combinado vai dar certo, Robert já trouxe os crachás falsos de
faxineiros, e espero do fundo do peito que isso dê certo, estava começando a
ficar aflito, eu sentia que algo ia dar errado, eu tenho que me manter calmo.
Fechei meus olhos e deixei a água quente
cair pelo meus ombros, ouvi o barulho da porta do Box se abrindo, olhei e era
Alice, ela ainda estava com uma carinha de sono, ela veio até mim, fechando a
porta de vidro, e me abraçando, logo ela já estava ensopada, minhas mãos foram
parar em sua cintura finíssima que eu amo, a olhei e ela sorria.
Fui aproximando meus lábios dos seus e logo
estávamos em um beijo calmo e carinhoso, eu sou um burro mesmo, tenho essa
mulher linda do meu lado, e fico querendo ver Nole, aquela vadia nojenta que se
foda, eu tenho uma bem melhor aqui comigo, bem melhor mesmo.
Aumentamos a velocidade do beijo, meu
amigão já começou a dar sinal de vida, sabe uma coisa que eu amo na Alice? Duas
alias, a primeira é o cabelo dela, a cor e o tamanho, eu sempre amei mulheres
de cabelos compridos, mas sempre optei por morenas, nunca tive uma grande
atração por loiras, e as unhas dela, amo mulheres com unha compridas, acho bem
mais sexy, e ela é tudo isso e bem mais.
E essas unhas, ela usa pra me enlouquecer,
enquanto nos beijávamos, ela desceu arranhando meu peitoral até o fim do meu abdomem, paramos o beijo por falta de ar, olhei para ela que sorria com malicia
nos olhos.
Me desculpa? – perguntei e ela concordou
com a cabeça beijando meu pescoço.
- Cala a boca e se concentre. – ela falou
me fazendo rir.
- Que saudade de você. – falei a agarrando
novamente.
Desci minha mão para seus seios os
apertando, enquanto mordia seu lábio inferior, coloquei seu corpo grudado na
parede do Box, e ataquei seu pescoço, os gemidos baixos de Alice eram melodia
para os meus ouvidos, nunca vou me cansar dela.
Alice desceu sua mão segurando meu pênis,
fazendo movimentos de vai e vem, no qual o mesmo já estava petrificado, é, é
isso o que ela faz comigo, tirei sua mão a colocando virada de frente para
parede, e puxando sua bunda para cima, a fazendo ficar empinada.
Coloquei o cabelo molhado dela para frente
e olhei para sua bunda, era perfeita, minha mão começou a arder, com vontade de
dar uns belos tapas, e foi isso que eu fiz, dei dois tapas, um de cada lado, e
ela? Ah, Alice gostou.
Mas logo ela acabou com minha graça e se
ajoelhou na minha frente, meu querido e grande amigo, já estava totalmente
ereto, isso que dá ficar sem sexo, por isso odeio brigar com ela, Alice começou
distribuindo beijos leves na base, o que me fazia ir as nuvens, depois começou
a chupar a cabeça, indo até onde dava, depois voltando.
Depois de uns minutos com ela ajoelhada, eu
a levantei e a peguei no colo, desligando o chuveiro e indo até a cama, a
deitei, explorando seu corpo como se fosse a primeira e ultima vez, desci beijando
cada parte do seu corpo, comecei pela boca e fui descendo pelo pescoço, indo
para o busto, quando desci para beijar sua barriga, seus dedos desapareceram
pelo meu cabelo, que agora estava todo desmanchado, por conta da água.
Beijei sua curva dos quadris, a fazendo se
erguer, adoro a ver desse jeito, desesperada, como eu estou, com um pedido para
continuar, levei minha boca até a área mais sensível do seu corpo, deslizando a
língua lentamente.
- Ai, meu Deus. – ela disse gemendo em
seguida.
Penetrei um dedo em seu sexo a fazendo ir
para trás, com a outra mão a puxei, seu corpo estava liso por conta da água, o
que deixava tudo mais perfeito, acelerei os movimentos da mão e quando Alice
estava prestes a gozar,eu parei, a fazendo me xingar.
Fui até a gaveta do criado-mudo, pegando a
camisinha e rasgando a embalagem platinada com os dentes, a olhei e ela estava
me observando, a cor clara do seu rosto, agora dava lugar para uma vermelhidão
sem fim, seu peito subia e descia de ansiedade, fui até ela, depositando um
beijo em sua testa, encostando meu pênis em sua coxa.
Me ergui novamente e coloquei a camisinha,
a puxei pela cintura a colocando mais para o meio da cama, me deitei no meio de
suas pernas, meu pênis estava tão petrificado que até doía, a olhei, passando os dedos em sua intimidade úmida e levando para sua boca, a fazendo sentir o
próprio gosto.
A mesma chupou meu dedo e eu fui a
penetrando lentamente, a sensação é indescritível, estava com uma saudade do corpo
dela, por mim, transaríamos todos os dias, Alice gemeu de alívio, me fazendo
gemer logo em seguida.
Toda a angustia que os dois estavam
sentindo foi se desaparecendo à medida que meu corpo se enterrava mais dentro
dela, comecei a fazer movimentos lentos com o quadril, entrando e saindo
sempre.
-Justin, mais, eu te imploro. – ela falou
arranhando minhas costas, com suas unhas pintadas de preto.
Adoro ouvir ela implorar desse jeito,
continuei indo devagar, a fazendo ver o quanto eu a amo, agora eu sei que a
amo, a amo mais que a mim mesmo, e olha que isso é complicado hein, mas eu
tenho certeza, eu amo ela com todas as minhas forças.
- Eu... Eu te amo tanto. – falei e ela me
olhou sorrindo.
- Eu também te amo meu amor, mas vou parar
de amar se não acelerar essa porra. – ela falou piscando seus olhinhos azuis,
me fazendo rir.
Alice apoiou suas mãos em meus braços que
estavam estirados na cama, para apoiar meu peso, sua pele clara, cobrindo a
tinta preta das minhas tatuagens, é uma visão ótima, adoraria estar gravando
isso para poder ver depois. Acelerei os movimentos, os gemidos de Alice foram
ficando mais altos, fazendo eu levar a mão em sua boca, abafando o som.
- Shhh... Fica quietinha Alice, todos vão
ouvir. – sussurrei olhando no fundo daquele mar azul.
Minhas estocadas foram ficando cada vez
mais rápidas, fazendo o corpo dela ficar rígido sob o meu, Alice sussurrava meu
nome diversas vezes contra minha mão, em questão de segundos, gozamos juntos, e
estramos em estado de alucinação, de prazer puro.
Ficamos alguns momentos tentando recuperar
a respiração, eu não tirava meu olhar dos olhos dela, eles realmente são
lindos, fui saindo devagar e levantei, indo até o banheiro e jogando a
camisinha no lixo, voltei e ela estava sentada na ponta da cama, com o rosto
suado e vermelho, alguns fios estavam grudados em seu rosto, a fazendo ficar
mais linda ainda.
- Vamos tomar um banho de verdade? – ela
perguntou, eu concordei com a cabeça.
Fomos até o banheiro, liguei o chuveiro e
ela entrou, eu logo depois, tomamos o banho um pouco demorado pois Alice sempre
ficava querendo meu corpo, ficava me alisando, é... Não foi mais ou menos
assim, eu que queria mesmo, mas é a vida né, ela é gostosa.
Saímos do Box e fomos para o closet, olhei
a hora no meu celular e já era meio dia, minha barriga roncou, eu estava com
muita fome, e o almoço já estava pronto, olha que beleza, escolhi uma roupa
básica, pois hoje só iríamos pegar o jatinho e ir para minha casa na França,
nada demais.
Alice terminou de se arrumar, fechei a
porta do quarto e descemos a escada, chegando na metade da escada, eu peguei na
mão dela, no qual a mesma apertou mais forte, chegamos na sala e estava vazia,
só percebi que Ryan estava fumando cigarros de frente pra piscina.
Fomos até a sala de jantar e todos estavam
já se sentando, meus irmãos estavam brincando na piscina, comendo salgadinho,
todos se sentaram, nada de cadeiras especificas, só o meu lugar e o de Alice
que ninguém ousava sentar, no caso,as duas pontas da mesa.
- Bom dia pessoas lindas. – Alice disse sempre
sendo a única educada na casa, amo isso.
- Só se for pra você né, eu estou com uma
dor de cabeça do caralho. – Chris reclamou, o mesmo saiu pra farra de
madrugada.
- Você bebe álcool como se fosse água,
depois vai querer acordar bem no dia seguinte? Vai dar a sua bunda que é mais
fácil de acontecer, Beadles. – falei e todos riram.
- Só não te dou uns murros, porque setou sem
forças pra isso. –ele falou com a mão na testa.
- Não, a resposta é, porque você não
aguenta com o papai aqui. – falei e ele me mostrou o dedo do meio.
- Fizeram as pazes? – minha mãe perguntou,
Alice olhou para o prato.
- Sim, por que?
- Nada filho, é que ontem vocês estavam
feito cão e gato, hoje estão uns amores. – ela falou.
- Hum, vamos comer. – falei e todos se
serviram.
Enquanto comíamos, Alice não tirava os
olhos de mim, e nem eu dela, sorriamos constantemente, e isso era maravilhoso,
eu amo isso, Megan começou um conversa com Chaz irrelevante e resolvi me
pronunciar, tinha que saber logo se Alice iria ficar brava por causa do roubo
ou se toparia, estou achando mais provável a primeira opção.
- O jatinho já esta pronto? – perguntei
para Ryan e ele disse sim. – Já colocaram todas as armas e as malas dentro
dele?
- Sim Justin, só falta a gente ir, quero
pegar logo umas 5 francesas de uma vez. – Chris falou mordendo os lábios e
Megan se retirou da mesa.
- Com licença, vou terminar de arrumar
minhas coisas. – ela falou saindo rápido, pronto, mais uma chorona.
- Ai que nojo, dramática do caralho, sabe
que to brincando e fica fazendo birra. – Chris esbravejou.
- Cala a boca Christian, se você gosta
dela, tenha respeito pelo menos. – Chaz falou e Chris se levantou seguindo
Megan.
- Será que não tem um dia nessa casa que
não tenha brigas? – Alice perguntou meio triste.
- Não. – Caitlin falou rindo.
- Posso saber do que você esta falando?
Sobre armas e o caralho a quatro? – ela perguntou me olhando desconfiada.
- Podemos conversar no escritório? – pedi e
ela concordou.
Nos levantamos, olhei para Ryan e ele me
olhou com medo de Alice não aceitar, pisquei para ele passando confiança e
subimos, entramos no escritório, Alice se sentou na minha cadeira, e eu na
ponta da mesa de frente pra ela.
- Fale. – ela falou cruzando os braços.
- Bom, você tem que prometer não gritar e
nem me xingar. – falei e ela me olhou com raiva.
- Fala logo Bieber. – ela disse estralando
os dedos.
- Amo quando você me chama de Bieber. –
disse mordendo os lábios.
- Vou te bater.
- Ok ok, vamos assaltar um banco em Paris,
e preciso que vá comigo, não vou te deixar aqui, você nem vai fazer muita
coisa, topa? – perguntei e fechei os olhos esperando os gritos e tapas.
- Topo, mas quero aprender a atirar e a dar
uns murros nos outros. – ela disse fazendo eu abrir os olhos e a encarar de
queixo caído.
- Você topa? – perguntei abismado e ela riu
concordando. – Tudo bem então, eu te ensino, vamos viajar hoje as 20:00h, então
arrume suas malas, quando nós chegarmos lá, eu te ensino a fazer tudo isso,
teremos dois dias pra isso, bem pouco, então preste atenção nas aulas, e te
explico o plano mais tarde.
- Tudo bem, arrumo minhas malas agora? –ela
perguntou sorridente, essa menina hein.
- Sim amor, vai lá. – falei sorrindo.
Alice me deu um selinho e se retirou,
quando ela se foi, meu sorriso se desmanchou, será que devo acabar com a
vida dela assim? Será que devo envolve-la nisso? Não preciso muito da ajuda
dela, ela merece ter uma vida, ah Justin, é só uma ajudinha também, ela não vai
matar ninguém... Eu acho.
Desci as escadas, Ryan correu até mim e
perguntou se ela tinha topado, falei que sim e todos comemoraram, pronto, uma
parte já esta feita.
- Já arrumaram as malas? – perguntei
olhando a hora em meu relógio, marcava 13:00h, todos falaram que sim, as malas
estavam amontoadas na porta.
- Ok, Alice está arrumando as coisas, vamos
esperar, acho que vou adiantar o voo, 20:00h é muito tarde. – falei.
- Tudo bem. – Megan disse com os braços
cruzados.
Olhei pra Chris e o mesmo estava olhando
para ela, e depois olhou para o chão, esses dois não se entendem mesmo, olha
quem ta falando né Justin, você e a Alice são como gato e cachorro, só que dez
vezes pior.
Depois de uma meia hora com todos
conversando sobre o assalto, Alice desceu com uma mela enorme, sorte é que era
apenas uma, falei para todos subirem para a área de pouso e chamei Alice.
- Vamos? – perguntei para ela que disse
sim.
Subimos as escadas até meu escritório,
peguei minha 9mm colocando ela na cintura, peguei a arma que James deu para
Alice, ela era banhada á ouro, com pequenos diamantes, era pra ser minha né,
mas fazer o que, vou usar ela do mesmo jeito.
- De quem é esse belezinha? – ela perguntou
sobre a arma.
- Sua, James mandou fazer pra você, ela só
destrava com a suas e as minhas digitais. – falei e ela abriu a boca em formato
de O.
- Ok. – ela disse rindo.
Abri uma pequena portinha do meu
escritório, subi as escadas e Alice me seguiu.
- Não sabia que existia essa parte da sua
casa. – ela disse subindo a estreita escada de metal gelado.
- Tem muitas outras coisas dentro dessa
casa que você não sabe. – falei e ela riu.
Quando chegamos na área de pouso, Alice começou a gritar falando que era linda, mas era linda mesmo, cheia de flores,
com o espaço do helicóptero, no meio, foi Chaz que arrumou, ele ama flores né,
eu odeio.
Subimos no jatinho, e ele decolou, as armas
estavam todas arrumadas nas “paredes” do jato, todas em pequenos ganchinhos,
esse jatinho foi preparado para transportar armas, então fica mais fácil,
nossas malas estavam nas costas de cada um, agora é só dormir, 8 horas e meia é
muita coisa, sorte que viemos mais cedo do que o planejado, meus irmãos estavam
em suas poltronas brincando com aqueles bonecos irritantes e minha mãe estava
em outra no fundo, lendo suas revistas de moda.
- Você não vai matar ninguém né? – Alice perguntou quando todos já estavam
dormindo.
- Não meu anjo, por que?
- Por nada, só estou com medo de dar algo
errado. – ela falou, dei um beijo em sua cabeça, a deitando em meu ombro.
Logo Alice já estava dormindo e eu dormindo
junto, espero que dê tudo certo.
(...)
- Senhor Justin, chegamos em Paris, estamos
já em sua mansão. – Piter falou.
- Obrigado Piter, leve o jatinho de volta
para Miami, te ligarei para vir me buscar. – falei e ele concordou se
retirando.
- Alice acorda. – gritei em seu ouvido a
fazendo cair de sua poltrona.
Comecei a rir e ela se ergueu me dando
tapas, tapas fortes, e ardidos, mas logo acabei com a festinha dela lhe
lascando um beijo, meus irmãos gritaram eca e saíram correndo para brincar em
casa, faz tempo que não venho aqui, que saudades, essa casa é linda.
- Que linda. – Alice falou olhando para a
entrada de boca aberta. – A piscina é gigante.
- Eu sei. – falei rindo.
Entramos em casa e Alice falou que era mais
linda ainda umas três vezes, o pessoal escolheram os quartos e eu fui para o
meu e de Alice, como sempre, o do rei, porque eu posso né, com licença, Alice
deitou na cama e logo caiu no sono novamente, amanhã vai ser um dia longo, fui
dormir eram 22h00.
Nate POV
Como ela é linda, não sabia que era tão
legal e educada assim, achei que fosse mais uma vadia que saía com o Bieber,
mas não, ela gosta de política, discutimos sobre o feminismo, sobre racismo,
cara, ela é perfeita, por que Turner quer tanto ela pra ele?
- Conseguiu pegar confiança nela? – ele me
perguntou ansioso.
- Sim, passei meu numero para ela, só
esperar ela ligar para eu ir lá atrás de emprego, como o
senhor mandou. – falei
e ele sorriu largo.
- Ok. Quando você conseguir o emprego como
segurança do Justin, eu quero que ajude ele demais, quero que vire mão direita
dele, ai você começa a caçar o pendrive. – ele disse e eu concordei.
- Tudo bem, posso ir? – perguntei e ele fez
que sim com a cabeça.
Saí do escritório de Turner, indo para
minha casa, quando cheguei, caí na cama pensando nela, ela é tão linda...
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Olá meninas, bom, eu queria primeiramente
falar... EU SINTO MUITO, por não postar antes, eu demorei muito mesmo, mas para
tudo tem uma explicação...
Esses tempos, meu pai com meu irmão andaram
brigando muito, eu até expliquei isso para algumas leitoras, mas não para
todas, a questão foi que, teve até tiro porrada e bomba monas, foi horrível,
tudo isso quase duas horas da manhã, no dia seguinte, meu irmão veio falar um
monte de bosta sobre meu namoro, no qual eu já estava cansada do mesmo, por tanto
terminei.
Não estou sofrendo pelo fim do meu namoro,
alias, agora sobra bem mais tempo para o blog e meus outros afazeres, por
tanto, só queria dizer que foi um porre para escrever esse cap, mas consegui,
minha família estava brigando muito, por isso ficava meio complicado, mas
agora, graças a Deus, acabou.
E por fim, mas não menos importante, eu
queria dizer uma simples palavra, mas que tem muito significado para mim,
OBRIGADO...
Vocês em tão pouco tempo se tornaram tudo
para mim, escrever nesse blog se tornou minha atividade do dia mais legal, eu
amo montar cada cap, amo ter ideias novas e coloca-las em pratica, mas nada
disso estaria aqui e crescendo, se não fosse por vocês, eu realmente amo vocês,
por vocês gostarem do que eu faço, pois eu tento me dedicar ao máximo, então obrigada, minhas vacas de cabaré...
Amo vocês...
