sábado, 12 de março de 2016

Opposite One Another - Capítulo 24 - Hello Paris...

                                   

Segunda feira 02:00h am

Alice POV

- Eu não estou acreditando que você beijou duas irmãs ao mesmo tempo cara. – falei gargalhando e Nate me acompanhou.

- Elas eram gatas, e eu, continuo sendo gato, me faça o favor de parar de me julgar e entender que sou homem e tenho minhas necessidades básicas. – ele disse me fazendo rir mais.

- Você não vale nada Nate. – falei bebendo mais um gole do quarto copo de cerveja.

- Mas e você Alice Muller, vale algo? – ele perguntou me olhando enquanto tomava a bebida.

Admito que Nate não era de se jogar fora, ele era bonito, muito bonito, mas o que mais me chamava a atenção, era o modo de como ele realmente queria fazer amizade comigo, ele realmente se esforçava para continuar o papo e me fazer rir, coisa que eu estava amando, pois precisava rir um pouco, já que o garoto que eu mais amo na vida, só me faz chorar, mas fazer o que, a sorte não anda ao meu favor ultimamente.

- Logico que sim. – falei jogando meus cabelos para tras o fazendo rir.

-  Já disse que você é linda? – ele perguntou me deixando envergonhada.

- Já. – falei olhando para minhas mãos.

- Então vou repetir, porque meu Deus, você é perfeita, eu amo loiras de paixão. – ele disse rindo e eu apenas sorri.

- Ok ok, chega de elogios, fico com vergonha, e tenho namorado moço. – falei e ele riu abaixando a cabeça.

- Se seu namorado se importasse mesmo com você, a mesma não estaria em um boteco cheio de bêbados fedendo a cachaça. – ele disse me fazendo engolir á seco.

- Não é bem assim Nate, Justin é uma boa pessoa, só estamos tendo problemas, mas resolveremos isso, não o julgue sem o conhecer, por favor. – falei com uma certa raiva na voz, por que eu ainda o defendo?

- Ok, você está certa, me desculpe, é que não dá pra entender, o Bieber não é todo fodão? Então por que ele deixa a namorada sozinha em um lugar desse? Eu sei que não sou um ótimo modelo de exemplo, mas eu jamais faria isso, ainda mais com uma menina delicada como você. – ele disse e abaixou a cabeça novamente.

- Ok, já chega, é melhor parar, pois as paredes tem ouvidos, não quero você morto amanhã, porque falou besteira. – disse e ele riu.

- Pode apostar que o Drew não me da medo, muito pelo contrário, me faz rir, Justin não é tudo isso que você imagina Alice, não tenho medo dele, nunca tive. – ele falou me deixando com raiva, ele tem problemas, só pode.

- Nate, quer calar a boca? Se alguém da gangue do Justin escuta isso, você é um homem morto, você acha que conhece o Justin, mas não conhece, ele é ruim sim, ele não tem piedade, eu conheço ele melhor do que ninguém, e posso afirmar, quando ele esta com raiva, ele não mede forças. – falei levantando, esse papo já me deu ânsia.

- Me desculpa Alice, mas sabe qual é o problema? Você nunca viu ninguém que não tenha medo dele, e quando encontra, fica brava por achar que essa pessoa esta falando bosta, só digo uma coisa, tudo o que o Justin sabe, eu também sei. – ele disse, mas eu já estava saindo do bar.

Fui até meu carro, entrei e liguei o motor, logo pegando a estrada, eu estava cansada, bebi demais, meu corpo pedia por uma cama, acelerei mais o carro, em 10 minutos cheguei em casa, os portões foram abertos, olhei a hora e eram 03:30 da manhã, a chuva ainda continuava a cair, mas, com bem mais intensidade.

Estacionei o carro dessa vez na garagem, saí, e subi as escadas até a sala, odeio essa casa ser tão grande e ter tantos andares, o Justin realmente gosta de ostentação, a garagem era subterrânea, quando cheguei a sala, estava vazia, subi as escadas quase morrendo, minhas pernas estavam doloridas demais.

Passei pelo quarto que Ryan costuma dormir e ouvi a voz de Caitlin, esses dois são uns bipolares mesmo, fui até o ultimo quarto, onde se encontrava a porta mais linda, e a mais cara, creio eu, o batente era de mármore e a porta de madeira envernizada, amo ela, a abri devagar, entrando na ponta dos pés.

Olhei para cama e Justin estava dormindo, agarrado ao meu travesseiro, se eu não estivesse com raiva dele, eu acharia fofo, mas nem cola, fui até o banheiro retirando minha roupa e colocando no cesto, retirei as roupas de Justin do chão as colocando lá também, tomei um banho quente para relaxar, me enrolei na toalha, e fui até o closet, peguei um pijama confortável, e fui para cama, me cobri, e me encolhi, o frio estava forte, desliguei o ar condicionado, e liguei o aquecedor.

Puxei meu travesseiro de Justin com uma dificuldade imensa, me deitei e ele rapidamente me agarrou, enterrando seu rosto no meu pescoço, seu braço esquerdo me abraçou, me esquentando mais, senti sua respiração calma em meu ouvido e isso me deu um alivio imenso, eu admito que tenho medo que algo aconteça com ele, eu o amo muito.

- Me desculpa, eu te amo muito. – ele sussurrou em meu ouvido, fazendo meus olhos se encherem de lagrimas.

- Ok, agora durma. – falei fechando meus olhos.

Justin POV

Acordei com o barulho da porta abrindo e gritos de crianças, eram meus irmãos, pestes...

- JUSTIN, ACORDA, ACORDA, ACORDA, ACORDAAAAAA. – Jazmyn gritou pulando na cama.

- CALEM A BOCA SEUS PORRAS, DESCE DA MINHA CAMA COM ESSES PÉS IMUNDOS JAZMYN. – gritei para eles e Alice acordou .

- Justin para de gritar cassete. – Alice reclamou fazendo os dois rirem.

- Ela disse cassete, mamãe não gosta desses palavrões. – Jaxon disse rindo.

- Me desculpe coisa linda, como você se chama? – ela perguntou fazendo carinho no cabelo loiro de Jaxon.

- Jaxon Bieber, e você gatinha? – ele falou piscando, puxou ao irmão mesmo.

- Alice Muller. – ela respondeu rindo depois de ver Jaxon piscando.

- Você é a menina bonita que meu irmão falou? – Jazmyn perguntou, fazendo Alice ficar vermelha.

- Não sei, mas como você você se chama? – ela perguntou mudando de assunto.

- Jazmyn Bieber. – ela respondeu sorrindo, sem seus dentinhos na frente.

- Você é linda demais. – Alice falou sorrindo e lascando um beijo na bochecha da pequena.

- Você também, Alice Bieber. – Jazmyn falou e saiu correndo com Jaxon para fora do quarto.

Alice me olhou com o rosto super vermelho, dei um beijo em seu rosto e levantei a deixando lá, fui até o banheiro e tirei minha boxer, entrando no banho, hoje vai ser um dia cheio, tenho que ir para Paris, amanhã, treinar o pessoal e principalmente Alice, era pra termos viajado ontem, mas Alice chegou bem tarde, ai complicou, só tenho dois dias pra treinar eles, até quinta feira, o dia do roubo.

Esse plano tem que dar certo, e vai dar, se todos fizerem o combinado vai dar certo, Robert já trouxe os crachás falsos de faxineiros, e espero do fundo do peito que isso dê certo, estava começando a ficar aflito, eu sentia que algo ia dar errado, eu tenho que me manter calmo.

Fechei meus olhos e deixei a água quente cair pelo meus ombros, ouvi o barulho da porta do Box se abrindo, olhei e era Alice, ela ainda estava com uma carinha de sono, ela veio até mim, fechando a porta de vidro, e me abraçando, logo ela já estava ensopada, minhas mãos foram parar em sua cintura finíssima que eu amo, a olhei e ela sorria.

Fui aproximando meus lábios dos seus e logo estávamos em um beijo calmo e carinhoso, eu sou um burro mesmo, tenho essa mulher linda do meu lado, e fico querendo ver Nole, aquela vadia nojenta que se foda, eu tenho uma bem melhor aqui comigo, bem melhor mesmo.

Aumentamos a velocidade do beijo, meu amigão já começou a dar sinal de vida, sabe uma coisa que eu amo na Alice? Duas alias, a primeira é o cabelo dela, a cor e o tamanho, eu sempre amei mulheres de cabelos compridos, mas sempre optei por morenas, nunca tive uma grande atração por loiras, e as unhas dela, amo mulheres com unha compridas, acho bem mais sexy, e ela é tudo isso e bem mais.

E essas unhas, ela usa pra me enlouquecer, enquanto nos beijávamos, ela desceu arranhando meu peitoral até o fim do meu abdomem, paramos o beijo por falta de ar, olhei para ela que sorria com malicia nos olhos.

Me desculpa? – perguntei e ela concordou com a cabeça beijando meu pescoço.

- Cala a boca e se concentre. – ela falou me fazendo rir.

- Que saudade de você. – falei a agarrando novamente.

Desci minha mão para seus seios os apertando, enquanto mordia seu lábio inferior, coloquei seu corpo grudado na parede do Box, e ataquei seu pescoço, os gemidos baixos de Alice eram melodia para os meus ouvidos, nunca vou me cansar dela.

Alice desceu sua mão segurando meu pênis, fazendo movimentos de vai e vem, no qual o mesmo já estava petrificado, é, é isso o que ela faz comigo, tirei sua mão a colocando virada de frente para parede, e puxando sua bunda para cima, a fazendo ficar empinada.

Coloquei o cabelo molhado dela para frente e olhei para sua bunda, era perfeita, minha mão começou a arder, com vontade de dar uns belos tapas, e foi isso que eu fiz, dei dois tapas, um de cada lado, e ela? Ah, Alice gostou.

Mas logo ela acabou com minha graça e se ajoelhou na minha frente, meu querido e grande amigo, já estava totalmente ereto, isso que dá ficar sem sexo, por isso odeio brigar com ela, Alice começou distribuindo beijos leves na base, o que me fazia ir as nuvens, depois começou a chupar a cabeça, indo até onde dava, depois voltando.

Depois de uns minutos com ela ajoelhada, eu a levantei e a peguei no colo, desligando o chuveiro e indo até a cama, a deitei, explorando seu corpo como se fosse a primeira e ultima vez, desci beijando cada parte do seu corpo, comecei pela boca e fui descendo pelo pescoço, indo para o busto, quando desci para beijar sua barriga, seus dedos desapareceram pelo meu cabelo, que agora estava todo desmanchado, por conta da água.

Beijei sua curva dos quadris, a fazendo se erguer, adoro a ver desse jeito, desesperada, como eu estou, com um pedido para continuar, levei minha boca até a área mais sensível do seu corpo, deslizando a língua lentamente.

- Ai, meu Deus. – ela disse gemendo em seguida.

Penetrei um dedo em seu sexo a fazendo ir para trás, com a outra mão a puxei, seu corpo estava liso por conta da água, o que deixava tudo mais perfeito, acelerei os movimentos da mão e quando Alice estava prestes a gozar,eu parei, a fazendo me xingar.

Fui até a gaveta do criado-mudo, pegando a camisinha e rasgando a embalagem platinada com os dentes, a olhei e ela estava me observando, a cor clara do seu rosto, agora dava lugar para uma vermelhidão sem fim, seu peito subia e descia de ansiedade, fui até ela, depositando um beijo em sua testa, encostando meu pênis em sua coxa.

Me ergui novamente e coloquei a camisinha, a puxei pela cintura a colocando mais para o meio da cama, me deitei no meio de suas pernas, meu pênis estava tão petrificado que até doía, a olhei, passando os dedos em sua intimidade úmida e levando para sua boca, a fazendo sentir o próprio gosto.

A mesma chupou meu dedo e eu fui a penetrando lentamente, a sensação é indescritível, estava com uma saudade do corpo dela, por mim, transaríamos todos os dias, Alice gemeu de alívio, me fazendo gemer logo em seguida.

Toda a angustia que os dois estavam sentindo foi se desaparecendo à medida que meu corpo se enterrava mais dentro dela, comecei a fazer movimentos lentos com o quadril, entrando e saindo sempre.

-Justin, mais, eu te imploro. – ela falou arranhando minhas costas, com suas unhas pintadas de preto.

Adoro ouvir ela implorar desse jeito, continuei indo devagar, a fazendo ver o quanto eu a amo, agora eu sei que a amo, a amo mais que a mim mesmo, e olha que isso é complicado hein, mas eu tenho certeza, eu amo ela com todas as minhas forças.

- Eu... Eu te amo tanto. – falei e ela me olhou sorrindo.

- Eu também te amo meu amor, mas vou parar de amar se não acelerar essa porra. – ela falou piscando seus olhinhos azuis, me fazendo rir.

Alice apoiou suas mãos em meus braços que estavam estirados na cama, para apoiar meu peso, sua pele clara, cobrindo a tinta preta das minhas tatuagens, é uma visão ótima, adoraria estar gravando isso para poder ver depois. Acelerei os movimentos, os gemidos de Alice foram ficando mais altos, fazendo eu levar a mão em sua boca, abafando o som.

- Shhh... Fica quietinha Alice, todos vão ouvir. – sussurrei olhando no fundo daquele mar azul.

Minhas estocadas foram ficando cada vez mais rápidas, fazendo o corpo dela ficar rígido sob o meu, Alice sussurrava meu nome diversas vezes contra minha mão, em questão de segundos, gozamos juntos, e estramos em estado de alucinação, de prazer puro.

Ficamos alguns momentos tentando recuperar a respiração, eu não tirava meu olhar dos olhos dela, eles realmente são lindos, fui saindo devagar e levantei, indo até o banheiro e jogando a camisinha no lixo, voltei e ela estava sentada na ponta da cama, com o rosto suado e vermelho, alguns fios estavam grudados em seu rosto, a fazendo ficar mais linda ainda.

- Vamos tomar um banho de verdade? – ela perguntou, eu concordei com a cabeça.

Fomos até o banheiro, liguei o chuveiro e ela entrou, eu logo depois, tomamos o banho um pouco demorado pois Alice sempre ficava querendo meu corpo, ficava me alisando, é... Não foi mais ou menos assim, eu que queria mesmo, mas é a vida né, ela é gostosa.

Saímos do Box e fomos para o closet, olhei a hora no meu celular e já era meio dia, minha barriga roncou, eu estava com muita fome, e o almoço já estava pronto, olha que beleza, escolhi uma roupa básica, pois hoje só iríamos pegar o jatinho e ir para minha casa na França, nada demais.

Alice terminou de se arrumar, fechei a porta do quarto e descemos a escada, chegando na metade da escada, eu peguei na mão dela, no qual a mesma apertou mais forte, chegamos na sala e estava vazia, só percebi que Ryan estava fumando cigarros de frente pra piscina.

Fomos até a sala de jantar e todos estavam já se sentando, meus irmãos estavam brincando na piscina, comendo salgadinho, todos se sentaram, nada de cadeiras especificas, só o meu lugar e o de Alice que ninguém ousava sentar, no caso,as duas pontas da mesa.

- Bom dia pessoas lindas. – Alice disse sempre sendo a única educada na casa, amo isso.

- Só se for pra você né, eu estou com uma dor de cabeça do caralho. – Chris reclamou, o mesmo saiu pra farra de madrugada.

- Você bebe álcool como se fosse água, depois vai querer acordar bem no dia seguinte? Vai dar a sua bunda que é mais fácil de acontecer, Beadles. – falei e todos riram.

- Só não te dou uns murros, porque setou sem forças pra isso. –ele falou com a mão na testa.

- Não, a resposta é, porque você não aguenta com o papai aqui. – falei e ele me mostrou o dedo do meio.

- Fizeram as pazes? – minha mãe perguntou, Alice olhou para o prato.

- Sim, por que?

- Nada filho, é que ontem vocês estavam feito cão e gato, hoje estão uns amores. – ela falou.

- Hum, vamos comer. – falei e todos se serviram.

Enquanto comíamos, Alice não tirava os olhos de mim, e nem eu dela, sorriamos constantemente, e isso era maravilhoso, eu amo isso, Megan começou um conversa com Chaz irrelevante e resolvi me pronunciar, tinha que saber logo se Alice iria ficar brava por causa do roubo ou se toparia, estou achando mais provável a primeira opção.

- O jatinho já esta pronto? – perguntei para Ryan e ele disse sim. – Já colocaram todas as armas e as malas dentro dele?

- Sim Justin, só falta a gente ir, quero pegar logo umas 5 francesas de uma vez. – Chris falou mordendo os lábios e Megan se retirou da mesa.

- Com licença, vou terminar de arrumar minhas coisas. – ela falou saindo rápido, pronto, mais uma chorona.

- Ai que nojo, dramática do caralho, sabe que to brincando e fica fazendo birra. – Chris esbravejou.

- Cala a boca Christian, se você gosta dela, tenha respeito pelo menos. – Chaz falou e Chris se levantou seguindo Megan.

- Será que não tem um dia nessa casa que não tenha brigas? – Alice perguntou meio triste.

- Não. – Caitlin falou rindo.

- Posso saber do que você esta falando? Sobre armas e o caralho a quatro? – ela perguntou me olhando desconfiada.

- Podemos conversar no escritório? – pedi e ela concordou.

Nos levantamos, olhei para Ryan e ele me olhou com medo de Alice não aceitar, pisquei para ele passando confiança e subimos, entramos no escritório, Alice se sentou na minha cadeira, e eu na ponta da mesa de frente pra ela.

- Fale. – ela falou cruzando os braços.

- Bom, você tem que prometer não gritar e nem me xingar. – falei e ela me olhou com raiva.

- Fala logo Bieber. – ela disse estralando os dedos.

- Amo quando você me chama de Bieber. – disse mordendo os lábios.

- Vou te bater.

- Ok ok, vamos assaltar um banco em Paris, e preciso que vá comigo, não vou te deixar aqui, você nem vai fazer muita coisa, topa? – perguntei e fechei os olhos esperando os gritos e tapas.

- Topo, mas quero aprender a atirar e a dar uns murros nos outros. – ela disse fazendo eu abrir os olhos e a encarar de queixo caído.

- Você topa? – perguntei abismado e ela riu concordando. – Tudo bem então, eu te ensino, vamos viajar hoje as 20:00h, então arrume suas malas, quando nós chegarmos lá, eu te ensino a fazer tudo isso, teremos dois dias pra isso, bem pouco, então preste atenção nas aulas, e te explico o plano mais tarde.

- Tudo bem, arrumo minhas malas agora? –ela perguntou sorridente, essa menina hein.

- Sim amor, vai lá. – falei sorrindo.

Alice me deu um selinho e se retirou, quando ela se foi, meu sorriso se desmanchou, será que devo acabar com a vida dela assim? Será que devo envolve-la nisso? Não preciso muito da ajuda dela, ela merece ter uma vida, ah Justin, é só uma ajudinha também, ela não vai matar ninguém... Eu acho.

Desci as escadas, Ryan correu até mim e perguntou se ela tinha topado, falei que sim e todos comemoraram, pronto, uma parte já esta feita.

- Já arrumaram as malas? – perguntei olhando a hora em meu relógio, marcava 13:00h, todos falaram que sim, as malas estavam amontoadas na porta.

- Ok, Alice está arrumando as coisas, vamos esperar, acho que vou adiantar o voo, 20:00h é muito tarde. – falei.

- Tudo bem. – Megan disse com os braços cruzados.

Olhei pra Chris e o mesmo estava olhando para ela, e depois olhou para o chão, esses dois não se entendem mesmo, olha quem ta falando né Justin, você e a Alice são como gato e cachorro, só que dez vezes pior.

Depois de uma meia hora com todos conversando sobre o assalto, Alice desceu com uma mela enorme, sorte é que era apenas uma, falei para todos subirem para a área de pouso e chamei Alice.

- Vamos? – perguntei para ela que disse sim.

Subimos as escadas até meu escritório, peguei minha 9mm colocando ela na cintura, peguei a arma que James deu para Alice, ela era banhada á ouro, com pequenos diamantes, era pra ser minha né, mas fazer o que, vou usar ela do mesmo jeito.

- De quem é esse belezinha? – ela perguntou sobre a arma.

- Sua, James mandou fazer pra você, ela só destrava com a suas e as minhas digitais. – falei e ela abriu a boca em formato de O.

- Ok. – ela disse rindo.

Abri uma pequena portinha do meu escritório, subi as escadas e Alice me seguiu.

- Não sabia que existia essa parte da sua casa. – ela disse subindo a estreita escada de metal gelado.

- Tem muitas outras coisas dentro dessa casa que você não sabe. – falei e ela riu.

Quando chegamos na área de pouso, Alice começou a gritar falando que era linda, mas era linda mesmo, cheia de flores, com o espaço do helicóptero, no meio, foi Chaz que arrumou, ele ama flores né, eu odeio.

Subimos no jatinho, e ele decolou, as armas estavam todas arrumadas nas “paredes” do jato, todas em pequenos ganchinhos, esse jatinho foi preparado para transportar armas, então fica mais fácil, nossas malas estavam nas costas de cada um, agora é só dormir, 8 horas e meia é muita coisa, sorte que viemos mais cedo do que o planejado, meus irmãos estavam em suas poltronas brincando com aqueles bonecos irritantes e minha mãe estava em outra no fundo, lendo suas revistas de moda.

- Você não vai matar ninguém né? –  Alice perguntou quando todos já estavam dormindo.

- Não meu anjo, por que?

- Por nada, só estou com medo de dar algo errado. – ela falou, dei um beijo em sua cabeça, a deitando em meu ombro.

Logo Alice já estava dormindo e eu dormindo junto, espero que dê tudo certo.

(...)

- Senhor Justin, chegamos em Paris, estamos já em sua mansão. – Piter falou.

- Obrigado Piter, leve o jatinho de volta para Miami, te ligarei para vir me buscar. – falei e ele concordou se retirando.

- Alice acorda. – gritei em seu ouvido a fazendo cair de sua poltrona.

Comecei a rir e ela se ergueu me dando tapas, tapas fortes, e ardidos, mas logo acabei com a festinha dela lhe lascando um beijo, meus irmãos gritaram eca e saíram correndo para brincar em casa, faz tempo que não venho aqui, que saudades, essa casa é linda.

- Que linda. – Alice falou olhando para a entrada de boca aberta. – A piscina é gigante.

- Eu sei. – falei rindo.

Entramos em casa e Alice falou que era mais linda ainda umas três vezes, o pessoal escolheram os quartos e eu fui para o meu e de Alice, como sempre, o do rei, porque eu posso né, com licença, Alice deitou na cama e logo caiu no sono novamente, amanhã vai ser um dia longo, fui dormir eram 22h00.

Nate POV

Como ela é linda, não sabia que era tão legal e educada assim, achei que fosse mais uma vadia que saía com o Bieber, mas não, ela gosta de política, discutimos sobre o feminismo, sobre racismo, cara, ela é perfeita, por que Turner quer tanto ela pra ele?

- Conseguiu pegar confiança nela? – ele me perguntou ansioso.

- Sim, passei meu numero para ela, só esperar ela ligar para eu ir lá atrás de emprego, como o 
senhor mandou. – falei e ele sorriu largo.

- Ok. Quando você conseguir o emprego como segurança do Justin, eu quero que ajude ele demais, quero que vire mão direita dele, ai você começa a caçar o pendrive. – ele disse e eu concordei.

- Tudo bem, posso ir? – perguntei e ele fez que sim com a cabeça.

Saí do escritório de Turner, indo para minha casa, quando cheguei, caí na cama pensando nela, ela é tão linda...

  

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Olá meninas, bom, eu queria primeiramente falar... EU SINTO MUITO, por não postar antes, eu demorei muito mesmo, mas para tudo tem uma explicação...
Esses tempos, meu pai com meu irmão andaram brigando muito, eu até expliquei isso para algumas leitoras, mas não para todas, a questão foi que, teve até tiro porrada e bomba monas, foi horrível, tudo isso quase duas horas da manhã, no dia seguinte, meu irmão veio falar um monte de bosta sobre meu namoro, no qual eu já estava cansada do mesmo, por tanto terminei.
Não estou sofrendo pelo fim do meu namoro, alias, agora sobra bem mais tempo para o blog e meus outros afazeres, por tanto, só queria dizer que foi um porre para escrever esse cap, mas consegui, minha família estava brigando muito, por isso ficava meio complicado, mas agora, graças a Deus, acabou.
E por fim, mas não menos importante, eu queria dizer uma simples palavra, mas que tem muito significado para mim, OBRIGADO...
Vocês em tão pouco tempo se tornaram tudo para mim, escrever nesse blog se tornou minha atividade do dia mais legal, eu amo montar cada cap, amo ter ideias novas e coloca-las em pratica, mas nada disso estaria aqui e crescendo, se não fosse por vocês, eu realmente amo vocês, por vocês gostarem do que eu faço, pois eu tento me dedicar ao máximo, então obrigada, minhas vacas de cabaré...
Amo vocês...