sexta-feira, 22 de abril de 2016

Opposite One Another - Capítulo 25 - I need some time... but I love you


                                                                              


Terça feira 06:30 am

Justin POV

Acordei com o barulho do despertador, abri meus olhos, e respirei fundo, meu corpo estava totalmente dolorido, ergui meu corpo, me sentando na beira da cama, olhei para Alice, e a dorminhoca não tinha nem acordado, a chamei e ela acordou reclamando.

- Temos que treinar hoje amor. – falei e ela se levantou indo para o banheiro.

- Justin, você colocou as escovas de dente na sua mala? – ela perguntou.

- Sim, eu coloquei elas ai no banheiro. – falei e ouvi o barulho da torneira sendo aberta.

Alice saiu do banheiro e foi até sua mala que estava no chão, pegou uma roupa de academia e vestiu, fui até o banheiro, fiz minhas higienes e coloquei uma roupa também, DEIXEI Alice terminando de se arrumar, e desci as escadas.

Encontrei Ryan no meio do caminho, falei com ele sobre treinar Alice com tiro, ele topou na hora, ele atira bem até, todos estavam na cozinha comendo, a mesa da sala de jantar, estava repleta de armas, facas, luvas, os crachás falsos, as roupas de faxina, tudo, vai dar certo!

Alice POV

Eu estava parada em pé, comendo a porra de uma maça, quem come isso de manhã? Sustenta? Não, não sustenta, mas fazer o que, Justin mandou eu não ser uma porca prenha e pra eu começar a comer pouco, pra manter o peso, manter a saúde em dia, pau no cu mesmo, ele me chamou de gorda e nem se tocou, otário.

- Eai gatinha, vamos treinar comigo, quero ver se tu é boa na mira. – Ryan veio todo feliz pro meu lado.

- SÉRIO? – perguntei gritando de felicidade, finalmente vou ser igual meu velho.

- Sim, Alice, agora termine de comer e vamos la pra fora no campo. – ele falou pegando três garrafas de água e indo para o lugar marcado.

Olhei para Justin e ele ria feito uma criança, fui até ele, lhe dando um selinho rápido e correndo para fora, ouvi Justin gritar, para não trocar ele pelo Ryan, eu apenas dei risada, olhei ao redor e vi Ryan colocando latinhas de refrigerantes velhos em cima da cerca branca, um balde estava virado de cabeça para baixo, e lá tinha a minha arma que James me deu e uma arma qualquer.

- Vem aqui. – ele falou. – É simples, você vai destrava-la, mirar e puxar o gatilho, tenta, - ele disse me entregando minha arma.

Quando toquei nela, ouvi um bipe, e ela se destravou sozinha, minha mão ficou com uma luz azul e logo voltou ao normal, logo ouvi a porra da arma falar, eu juro, não estou ficando louca, ela disse ALICE MULLER, ARMA DESTRAVADA, aquilo foi o bastante pra eu sorrir feito boba, Ryan me colocou em frente da uma latinha, em uma distancia de uns 10 metros.

Mirei na latinha, Ryan veio até mim e arrumou minha mão que estava livre, a colocando sobre a que segurava a arma.

- Você tem que segurar seu pulso, porque ela vai pra tras com a pressão, se você esquecer desse detalhe, sua mão quebra na hora, então, por favor, não esquece disso.

Segurei como ele mandou e puxei o gatilho, atirei em cheio, ele aplaudiu rindo, logo ele amarrou uma boneca, ERA MINHA BONECA, minha boneca de pano, cara, eu mato ele agora, aproveito que já to com arma e é só atirar, simples assim.

- Sério Butler? Minha boneca? – perguntei e ele riu.

- Justin que deu, você já não esta bem velhinha pra brincar de bonecas Alice?

- Eu não brinco, elas são de enfeite, eu gosto, me sinto nostálgica, agora vamos logo com isso, antes que eu de um tiro em você. – falei e ele riu mais ainda.

- Ok senhorita, bom, então vamos la, eu vou balançar a boneca, e quero que você atire nela. – ele falou jogando ela para a esquerda e a mesma voltou rápido para a direita.

Mirei, e atirei, errei, pois ela não estava parada, mirei mais uma vez e atirei, errando de novo, Ryan mandou eu parar, olhei pra ele com raiva e ele me olhou sério.

- Se você quer aprender a atirar, vai ter que fazer melhor do que isso, você não vai se defender de algo parado Alice, você tem que colocar a adrenalina a seu favor, tem que ir junto com ela, seu inimigo vai vir até você com outra arma, correndo, se movendo mais e mais rápido, você vai ficar nervosa e errar o tiro, logo em seguida tomando um bem aqui. – ele disse colocando o dedo no meio da minha testa.

- Eu sei ok? É minha primeira vez poxa, da um desconto Ryan. – falei e ele ficou bravo.

- Eles não vão dar desconto pra você na hora de te matar, acorda pra vida garota, anda, mais uma vez. – ele gritou jogando a boneca novamente. – Anda sua morta, para de ser lerda garota, burra, anda logo com essa porra, você não faz nada certo mesmo.

A raiva me subiu, mirei, respirei fundo não ouvindo mais Ryan, só me concentrava na boneca que ia e voltava rápido, puxei o gatilho devagar, acertando em cheio, a fazendo rasgar pelo meio, olhei para Ryan, e ele sorria batendo palmas.

- Precisa me xingar daquele jeito? – perguntei olhando para ele.

- James me treinou assim, era o jeito, eu precisava me concentrar e ele me deixava com raiva. – ele disse me fazendo lembrar dele.

- Sabe, ontem eu sonhei com eles. – falei e ele me olhou sorrindo.

- Me conta como foi.

- Eu estava no meu piano, eu tinha uns cinco anos, minha mãe sempre me ensinou a tocar piano, e eu estava com meu vestidinho azul com um laço branco, meu cabelo estava curtinho, todo enroladinho, bem loirinho, naquela época eu era mais loira, eu estava sentada la, e James abraçava minha mãe, enquanto eu tocava, mas tinha outro homem, ele era loiro dos olhos azuis, igual á mim, estava mais ao fundo, me vendo, ele parecia ter orgulho de mim, mas não podia se aproximar, acho que ele era meu pai, ele é lindo. – falei já sentindo o choro vir. – Eu definitivamente não tenho ninguém Ryan, meu pai morreu quando eu era criança, e meu padrasto e minha mãe também, minha vida esta um lixo e Justin só piora ela com essas bipolaridades dele.

Ryan não falou nada, apenas me abraçou e me deixou chorar, la quieta, ele passava a mão no meu cabelo e me apertava cada vez mais, logo meu choro foi passando e me senti aliviada, me afastei aos poucos e ele me olhou sorrindo.

- Alice, você é uma garota espetacular, é bonita e tem tudo pra ser alguém na vida, você tem certeza que quer ter a vida que o James e nós temos? Isso seria estupidez, e desperdício de inteligência.

- Eu quero me vingar de quem fez isso com eles Ryan, eu quero ver a pessoa morta. – falei sentindo meu coração apertar.

- É, estou vendo que mudar sua cabeça, eu não vou conseguir, você é igual ao Justin, cabeça dura, mas então ok, você pelo menos já sabe como atirar, agora vamos treinar mais um pouco e amanhã também.

Umas duas horas depois, eu e Ryan entramos na casa – cansados – e fomos para a sala, Justin estava lendo uns papeis sentado no sofá, e ele estava de óculos, resumindo, eu quase tive um ataque só de vê-lo assim, e resumindo novamente, preciso de sexo,

Ri dos meus pensamentos e Justin me olhou, sorriu e foi para o lado, dando espaço para eu sentar com ele, olhei para os papeis na mesa e percebi que eram fotos do banco, e porra, eu estou com medo, muito medo, e se Justin morrer, ai sim eu não vou ter ninguém.

Pensando nisso, comecei a lembrar de quando Justin falou que com 18 anos, eu poderia ir embora, mas apenas com 18 anos, eu tenho grana, James deixou uma herança boa, mas ela está bloqueada no banco, só com 18, eu consigo tirar ela, mas é esse o problema, será que vou querer ir?

Porque pensando por outro lado, eu estou com Justin, estou sério com ele, mas e se nós terminarmos antes de eu ter 18? Vou morar na puta que pariu? Porque pelo que eu saiba, as casas do meu pai só abrem quando eu tiver essa idade, só pego a chave com 18, eu me fodo total.

- Amor? – chamei ele. – lembra aquela vez que você falou pra mim, que eu poderia ir embora com 18? Isso ainda esta valendo? – perguntei e no mesmo instante ele se virou bruscamente para mim.

- Por que? Alice, você ta querendo ir embora? O que eu fiz? Falei algo que te magoou? Meu amor me desculpa, mas não vai embora. – vi o pânico nos olhos dele e me deu pena.

- Não Justin, larga de ser tonto, eu só quero ter posse do que é meu, pra eu não ter que depender de ninguém entendeu? – disse e ele respirou aliviado.

- Eu não me importo de pagar suas contas. – ele falou dando de ombros e eu dei risada.

- Mas eu me importo que você as pague, portanto, eu quero saber mais dessas minhas propriedades. – falei e ele riu de leve.

- Alice, James tinha muita coisa fora de Miami, la ele só tem duas casas, ele tem muitos carros e motos, apartamentos em varias capitais, James era muito rico, e você querendo ou não, é rica também, então se contente com isso.

- Mas quero arranjar um emprego, não quero ser aquela adolescente que vive da herança da família, isso pra mim, me lembra filmes de vagabundagem, portanto, quero um emprego. – disse cruzando os braços.

- Quer ser minha empregada sexual? – ele falou rindo alto fazendo eu lhe dar dois tapas, um em cada braço.

- Vai se foder Bieber, estou falando sério e você só fica fazendo graça.

- Ah para com isso, pra que arranjar um emprego, sendo que tem tudo isso? Frescura na bunda isso sim. – ele falou e eu me levantei.

- Ok, vou me lembrar disso quando vier atrás de sexo. – disse sorrindo falsa.

- Greve? – ele perguntou largando os papéis na mesa.

- Sim, e não me zoe porque estou falando sério.

Fui para cozinha decidida, ele vai vir querendo ou não atrás de mim, isso eu já sei, é só dar uns dois dias, ai ele vem desesperado, e eu aguento bem mais do que ele, minha vida sexual começou apenas agora, não sei realmente o que significa ter necessidade sexual.

- Heeeey gatinha. – Chris veio em minha direção me abraçando de lado.

- Eai Beadles. – falei sorrindo.

- Bora treinar?

- Treinar o que? – perguntei confusa.

- Facas, minha especialidade. – ele falou orgulhoso. – vamos para a sala de treino do Justin, lá tem bastante coisa legal.

- Ok. – falei rindo e ele me acompanhou.

Fomos em direção á escada, passando pela sala, Justin estava todo esparramado no sofá, com o controle remoto na mão, passando os canais sem parar, quando passei por ele, o mesmo me olhou e bufou, segurei a risada com todas as minhas forças.

Entramos em uma sala, era toda equipada, quase igual a sala na casa do Justin, só que com alguns aparelhos de academia diferentes, Chris puxou dois bancos em um mesa, eu me sentei e ele também, puxou uma gaveta dessa mesma mesa e retirou de lá três tipos de faca, todas pequenas.

- Bom, Alice, facas não tem muitos segredos, eu só uso elas em caso de não ter uma arma, ou quando estou com o inimigo me batendo, eu deixo elas na calça, nos tênis, bem escondidas, quando estou em desvantagem, eu uso elas, são de grande ajuda, mas precisa saber usa-las. – ele falou e eu sorri, ele era fofo demais.

- Ok senhor, me mostre. – disse e ele riu.

- Ta vendo aquele alvo, eu vou jogar bem no meio. – ele falou e jogou mesmo, foi bem no meio, eu fiquei boba, e ele riu alto.

- Agora é sua vez. – ele falou e eu peguei a faca que estava fincada no alvo e voltei para meu lugar.

Respirei e joguei a faca, não foi no meio, mas quase, até que fui bem, ele mesmo disse isso, pois é, estou gostando muito de fazer essas coisas.

- Foi bem, por ser sua primeira vez, acho que o Justin quer te treinar no Box, mas o clima entre vocês ta meio pesado né. – ele falou.

- Como você sabe? – perguntei e ele me mostrou a mensagem que Justin tinha acabado de enviar pra ele.

Cara, eu não sei se é uma boa ideia treinar a Alice hoje, ela ta meio brava comigo, e você sabe que eu to estressado hoje, por conta do roubo, e ela só piora tudo, não quero falar com ela hoje, se não, vamos acabar brigando feio, eu amo ela, mas ela parece bipolar vey, chega disso, pelo menos hoje, não quero papo com ela, e pelo jeito nem ela comigo.

Justin estava certo no que ele dizia, é melhor não nos falarmos mesmo, ele esta estressado e eu na depressão com minha vida, mas sabe, la no fundo, eu não quero absolutamente nada que venha do James e da minha mãe, quero fazer minha vida, por isso quero um emprego, não quero depender de ninguém.

- É Chris, ele esta bravo mesmo, e eu também estou, Justin tem que me entender, ele só quer me sustentar e eu não gosto disso, eu falei sobre arranjar um emprego e ele quase me comeu viva.

- Alice, Justin sabe que não deve te sustentar, alias, ele deve sim, porque homem sustenta mulher, mas como eu sei que você é feminista, tu não gosta disso, procure entender, ele não quer apenas te sustentar, ele ta zelando você, Justin é assim mesmo, quando ele ama a pessoa, ele prende ela, pra mante-la longe de perigo, o problema é que a pessoa cansa rápido de ficar presa, foi o caso de Nole, mas a diferença entre ela e você, é que ela nunca quis um trampo, sempre gostou de gastar a grana 
do Justin, mas é o seguinte, você tem inimigos, já tinha desde pequena, os inimigos de James, fazem parte da herança que ele deixou pra você, você não pode simplesmente arranjar um trampo e morrer com um tiro na testa. – ele falou.

- Tenho que fazer o que então? – perguntei desesperada.

- Quer um trampo? Crie seu império, treine pesado com o Justin, porque ele é foda, ai você aos poucos vai aparecendo no mundo do trafico, mas tem que treinar muito, tem que saber com o que esta se envolvendo, saber negociar, conseguir sua primeira carga de drogas, e principalmente, ela tem que ser boa, todo comprador sabe se a droga é de qualidade ou não, pra conseguir clientes fixos, tem que ralar muito, como Justin ralou, e como James ralou, o império Bieber é uma equipe entre eu, Ryan, Chaz, Megan, Caitlin e Justin, que é o chefe, o império Muller, eram três homens, mas nunca descobrimos quem era o terceiro, era James, Jeremy e o outro não sabemos, James falava que ele caiu fora da gangue e não gostava de falar muito nele, o império Muller esta intacto ainda, você pode levanta-lo e se erguer nele, porque ele já é bem conhecido, totalmente conhecido né, James era foda. – ele falou e meu sorriso foi de orelha a orelha.

- VOCÊ É O MELHOR. – gritei pulando em Chris, estou vendo que ele vai me ajudar muito ainda.

- Eu sei gatinha. – ele falou rindo e me rodando.

- Quer ser meu sócio? – perguntei e ele me olhou sério.

- Sério? – ele perguntou segurando o sorriso.

- Sim, como eu não sei de muitas coisas, você vai me ensinando, e você é de confiança, topa? – perguntei e ele sorriu.

- Topo, mas vemos isso melhor quando voltarmos para Miami. – ele disse e eu concordei.

Após treinar durante uma hora, Chris e eu descemos para comer, eram 10:00h da manhã, e meu estomago roncava alto, Justin não estava mais no sofá, e eu não sabia onde ele estava, nem quis procurar, eu também não quero falar com ele até esse roubo acabar, eu estou com medo e ele estressado, péssima combinação para um dialogo saudável.

Todo o pessoal estava reunido na cozinha fazendo lanche com pão, e alguns recheios salgados e doces, fiz um pra mim e subi para o quarto, abri a porta a fechando logo em seguida, pulei na cama e peguei meu celular, entrei no grupo de Sally e mandei mensagem falando que estava em Paris, logo as duas crianças chamadas Sally e Brandon piraram, eu amo eles, sério.

Hey, estou pensando em uns projetos futuros para minha vida, se tudo der certo, querem trabalhar comigo?

Sally
Que projetos baby?

Brandon
Vai ganhar na loteria?

Não posso contar agora, volto na sexta a noite, vamos marcar em um restaurante, lá conversamos certinho, vou levar um amigo meu.

Sally
Alice, tome cuidado ok? Eu te amo loira.

Eu sei Sally, fica tranquila, também amo você.

Brandon
Af, cuzonas, cadê o amor sentido pela minha pessoa maravilhosa?

Esta aquiiiiiii, no meu coração, estou com saudades de vocês.

Sally
Eu também te amo Brandon, ainda mais depois dos pega que tu me deu.

HAHAHAHA, AI MEU DEEEEEEUS...

Brandon
Af Sally, eu falei pra deixar como surpresa, não sabe ficar quieta.

Surpresa o que? Quero saber now.

Sally
Eu e Brandon, estamos namorando J

Ai que fofo, eu aqui na sofrência com meu relacionamento bipolar com Justin, e vocês ai todos fofos, boa sorte, gostei de saber disso, quando vai ser o CASAMENTO?????

Brandon
Não terá casamento, pelo menos não agora, mas eai, como esta o namoro com o boy?

Sally
Gay mesmo hahaha

Está horrível, ele é fofo, eu sei que me ama, mas sei la, brigamos por coisas bestas, estamos brigados de novo, ele mandou mensagem pro amigo dele, falando que não iria falar comigo por hoje, eu não estou afim de falar com ele durante dez anos, ele me irrita.

Brandon
Já te provei que não sou gay senhorita Sally, e Alice, deixa ele esfriar a cabeça e esfrie a sua também, é melhor vocês não se falarem até sexta, cada um pro seu lado, é melhor assim, vai evitar de você apanhar dele, porque o que ele mais te faz é te bater... L </3

Você falando assim, da impressão que ele é um monstrinho hahahaha

Sally
Quase isso, não gosto de te ver apanhar e não fazer nada L L L

Ok meus amores, eu sei disso, nem eu gosto de apanhar, mas eu também me defendo, faz tempo que ele não me bate, eu também estresso ele demais né, a culpa é minha L

Sally
Você não esta vendo que é isso mesmo que ele quer que você pense? Que a culpa é sua? Para com isso sua estúpida, a culpa jamais será sua, cadê aquela feminista que é a favor do aborto que eu conheci na boate? Aquela menina que deu um discurso sobre o feminismo e que eu não entendi absolutamente nada, porque eu não tenho o cérebro dela? Vai se foder Alice, não deixa ele montar em você não.

Mas Sally, ele não faz isso, eu que irrito ele, a culpa é minha mesmo.

Brandon
Você sair com seus amigos é irritar ele? Você falar NÃO pra ele, é irritar ele? ACORDA CRIATURA, você não faz nada demais, ele que é um louco, mas se eu falar mal dele, você briga comigo, porque você ama ele, cada um tem o amor que merece né Alice, ou pelo menos que acha merecer.

OK ta, vou sair aqui, beijos, prometo não me cortar hahahaha...

Sally
Af, vê se não fica com raiva da gente em, eu te amo beijos, SE CUIDAAAAA

Brandon
É mesmo, beijos cat...

Desliguei meu celular jogando ele na cama, fiquei pensando uma meia hora sobre o que eles disseram, será mesmo que o Justin faz isso? Mas eu sei que irrito ele, mas ele também se irrita com pouca coisa, mas ahhhh, quanto mas meu Deus.

Fiquei olhando para o teto pensativa, quando ouvi a porta se abrir, ergui a cabeça e era Justin, ele nem me olhou e foi direto para o closet, batendo a porta forte, tomei um susto e decidi sair quarto, mas meu corpo foi para perto da porta, coloquei a mão na maçaneta, mas desisti, dando um passo para trás, quando a mesma se abriu.

Justin me olhou, e mordei os lábios, ele estava puto comigo, eu sabia disso, mas eu não entendo o motivo, eu não falei nada demais, só porque quero um emprego? Ah vai se foder, a Sally e o Brandon tem razão, sou melhor que isso, não devo me sujeitar a esse relacionamento abusivo, ou ele conversa comigo, ou eu vou embora ter minha vida.

- Podemos conversar?- perguntei e ele me olhou com desgosto.

Justin veio em minha direção me empurrando de leve e indo abrir a porta para sair do quarto, corri e fechei a mesma com raiva.

- Qual é o seu problema? Não dá pra conversar comigo caralho? – perguntei gritando.

- Sai da minha frente. – ele falou tentando controlar a raiva, os punhos já estavam cerrados desde quando ele entrou no quarto, vamos ver até onde a paciência dele vai.

- Não, não vou sair da sua frente, até você conversar comigo. – falei e ele trincou o maxilar.

- Alice sai. – ele disse baixo.

- NÃO, CONVERSA COMIGO SOBRE ISSO OU EU VOU EMBORA AGORA. – gritei e ele me olhou com puro ódio.

- AH VOCÊ VAI EMBORA? ENTÃO VAI MINHA FILHA, NÃO QUERO TER QUE FICAR IMPLORANDO PRA VOCÊ FICAR, DEVERIA TER IDO A MUITO TEMPO SUA VAGABUNDA, É ISSO QUE VOCÊ É, UMA VAGABUNDA, SE QUISER IR, FIQUE A VONTADE, A PORTA É SERVENTIA DA CASA. – ele gritou me empurrando forte me fazendo cair no chão e saiu do quarto batendo a porta logo em seguida.

A raiva que eu estava de Justin, amorteceu minha queda, por incrível que pareça eu não chorei, me levantei e fui direto para minha mala, apenas a fechando, eu não tinha tirado nada de lá mesmo, tomei uma ducha gelada pra esfriar minha cabeça, coloquei uma roupa quente, França estava congelando, fiz minha maquiagem, e enrolei meu cabelo, ele vai ver o que esta perdendo.

Peguei minha mala, fechei a porta do quarto e desci as escadas, Chaz estava subindo, ele me olhou sem entender, e sorriu, ótimo, pra piorar, ele vai ver que eu não fiquei com ele, porque estava apaixonada pelo Justin, e vai rir da minha cara por não ter ficado com ele, que é lindo, fofo, romântico, perfeito, gostoso, e tudo que Deus fez de bom.

- O que foi? – ele perguntou sorrindo, ah esse sorriso, perfeito né? Pena que não é mais meu.

- Eu vou embora, Chaz, você consegue uma passagem pra mim, para o Brasil? – perguntei e ele me olhou assustado.

- Mas o que aconteceu? Alice, conversa comigo, por favor. – ele falou se aproximando mais, nãoooo.

- Eu tive uma briga com Justin e quero ir embora, só que não tenho dinheiro comigo, consegue uma passagem?

- Sim, o que precisar, mas não quer ficar comigo? Na minha casa? – ele perguntou bem perto de mim.

- Não, eu preciso realmente ir para o Brasil. – falei e ele respirou fundo desistindo.

- Bom. – ele falou retirando o cartão de credito da carteira. – A senha é 4587, pode gastar com o que quiser, eu pago a fatura aqui, com o que quiser mesmo, compre quantas passagens quiser e um apartamento sei la.

- Obrigado, Chaz. – falei o abraçando.

- Depois quero que me ligue e conte direito essa história, e te desejo boa sorte em tudo que fizer na vida Alice, mas só um conselho, não se meta nesses assuntos de gangue, tenha uma vida normal ok? Eu te amo. – ele disse me dando um breve selinho e subindo as escadas, sorte que Justin não viu.

Peguei minha mala rápido, tinha que sair daqui antes de Justin tentar me parar, saí para o quintal e o portão estava aberto, fui para a rua e logo um táxi muito fofo apareceu, ele parou e eu entrei, falei em inglês que queria ir para o aeroporto e ele foi.

Preciso falar com Sally e Brandon sobre isso, quero eles comigo no Brasil, espero do fundo do meu coração que eles topem ir, meu celular começou a vibrar sequentemente, olhei para o visor e era  
Justin me ligando, recusei a ligação, quando me deparei chegamos ao aeroporto.

Saí do carro pagando o taxista, peguei minha mala e subi as escadas, logo três vans pretas estacionaram em frente ao aeroporto, olhei e Justin saiu com vários homens, eles estavam vestidos no mesmo estilo de Justin, e o próprio carregava uma arma na cintura.

Ele não me viu entrando e correndo, corri para as escadas rolantes, cheguei ao segundo andar, comprei minha passagem, meu voo só sairia daqui uma hora, ótimo, que lindo, fui até o banheiro feminino e me escondi em uma das cabines.

Peguei meu celular e liguei para Sally, explicando o meu plano, e ela topou rápido até demais em ser minha sócia, falei para ela sobre o Brasil e ela também aceitou ir, falei para deixar sua mala pronta, que iríamos viajar rápido, já Brandon, foi meio difícil convencer, ele só topou depois que falei que daria três carros pra ele.

O tempo passou rápido, logo ouvi chamarem meu voo, saí do banheiro feminino, corri até a cabine de embarque, entreguei minha passagem e passei pela segurança, peguei minha mala novamente e olhei para trás, vendo Justin parado me olhando, seu olhar subiu para a placa de metal que estava escrito MIAMI, ele me olhou novamente, parecia que estava querendo chorar.

Eu quero ter minha vida, não quero depender de ninguém, se Justin quiser ficar comigo, ele que me acompanhe, caso contrario, prefiro estar sozinha do que mal acompanhada, desci três degraus e entrei no avião, logo me sentando e colocando meus fones, bom Miami, já já estou chegando, mas logo estarei partindo pro meu país, de onde eu nunca deveria ter saído.

Justin POV

Vê-la partindo daquele jeito fez meu coração sair pela boca, principalmente depois de Chaz ter me falado poucas e boas, realmente a culpa era minha, toda minha, e a pior parte disso, é a parte de que eu sei que é culpa minha, eu me odeio por isso.

Ela esta indo para Miami, e eu vou atrás dela, eu tenho que ir atrás dela, olhei para o guarda, ele estava pálido olhando para mim, vitima fácil, caminhei até ele e o segurei pela camisa azul com seu crachá, seu nome era Philips.

- Bom cara, hoje é seu dia de sorte, acho melhor deixar eu entrar. – falei e ele engoliu a seco.

- Justin, chega disso, você não vai a lugar algum. – ouvi a voz de Pattie, o que ela tá fazendo aqui?

- O que você esta fazendo aqui? – perguntei soltando o idiota e me virando para ela revirando os olhos.

- Impedindo meu filho de fazer mais burradas do que já fez, se você realmente a ama, deixe-a ir, não vá atrás, de um tempo á ela, é isso que ela precisa, de um tempo, ela quer ser livre Justin, nada mais justo na idade dela, você já teve essa idade e foi bem soltinho, deixe ela fazer o caminho, ela saberá se virar, ela é filha do... – minha mãe parou de falar e me olhou.

- Vamos embora por favor. – falei desistindo, minha mãe tinha razão, Alice merece ser feliz.

Vou me concentrar no roubo, deixa ela, já que ela volta, só precisa de tempo e ar, enquanto isso eu vou fazer o que faço de melhor, ser Justin Drew Bieber, o traficante mais foda dos Estados Unidos inteiro, vou roubar aquele banco e o dono nem vai se tocar, vamos comemorar e ela vai estar na minha cama me esperando, eu sei disso.

Alice POV

Senti dedos tocando em meu braço, abri meus olhos devagar tirando meus fones, era a aeromoça, meu corpo todo doía por conta da posição em que eu fiquei todo esse tempo.

- Chegamos senhorita. – ela falou se virando e indo embora.

Me levantei, peguei minha mala e saí, Miami estava quente, e minha roupa não estava me favorecendo, fui até o banheiro e troquei de roupa, amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo, retoquei meu rímel e saí, de longe avistei Sally e Brandon com duas plaquinhas escrito loira estamos 
aqui.

Fui até eles correndo, de vez em quando minha mala batia em alguém, mas eu não ligava, eu estava morrendo por dentro, só precisava daqueles dois, eu os amo, eu tenho certeza, eles me dão força, acho que é isso que se chama amizade verdadeira.

- AHHHHH, AQUI ESTOOOOOOU. – gritei e eles me abraçaram ao mesmo tempo, essa cena deveria ter sido filmada.

- Graças a Deus você chegou, já estava ligando para Justin para perguntar de ti, mas esqueci que não tenho o numero dele. – Sally falou e eu ri, idiota.

- E nem vai ter, dele quero distancia. – falei e eles concordaram.

- Ok senhorita, vamos descansar, temos mais um voo para o Brasil. – Brandon falou.


Me lembrei de Chaz, Brandon é responsável como ele, acho que Sally é o Ryan, não ta nem ai pra nada e eu sou Justin, orgulhosa e ah chega, tenho que tirar esse babaca da minha cabeça...


                               ____________________________________________________

Olá, como vocês estão? Espero que bem né.
Meus amores, eu queria me desculpar pela intensa demora pra postar esse cap bosta, mas prometo que o próximo é melhor, pelo menos eu acho, eu passei por poucas e boas nesses últimos dias, brigas com traficantes, quase me tornei uma do bando, hahaha, término de namoro, coma alcoólico, af, dá até preguiça de digitar, bom, agora são 00:14, e estou escrevendo essas babaquices aqui no blog, mas é isso meninas, um beijo a todas vocês e até a próxima, que por incrível que parece não vai demorar, pois ele já esta quase pronto, ele eu digo o cap, ah e a reforma do blog já ta chegando, ta ficando lindo demais, estou amando tudo isso, então um beijo gatas, comentem hein.

sábado, 12 de março de 2016

Opposite One Another - Capítulo 24 - Hello Paris...

                                   

Segunda feira 02:00h am

Alice POV

- Eu não estou acreditando que você beijou duas irmãs ao mesmo tempo cara. – falei gargalhando e Nate me acompanhou.

- Elas eram gatas, e eu, continuo sendo gato, me faça o favor de parar de me julgar e entender que sou homem e tenho minhas necessidades básicas. – ele disse me fazendo rir mais.

- Você não vale nada Nate. – falei bebendo mais um gole do quarto copo de cerveja.

- Mas e você Alice Muller, vale algo? – ele perguntou me olhando enquanto tomava a bebida.

Admito que Nate não era de se jogar fora, ele era bonito, muito bonito, mas o que mais me chamava a atenção, era o modo de como ele realmente queria fazer amizade comigo, ele realmente se esforçava para continuar o papo e me fazer rir, coisa que eu estava amando, pois precisava rir um pouco, já que o garoto que eu mais amo na vida, só me faz chorar, mas fazer o que, a sorte não anda ao meu favor ultimamente.

- Logico que sim. – falei jogando meus cabelos para tras o fazendo rir.

-  Já disse que você é linda? – ele perguntou me deixando envergonhada.

- Já. – falei olhando para minhas mãos.

- Então vou repetir, porque meu Deus, você é perfeita, eu amo loiras de paixão. – ele disse rindo e eu apenas sorri.

- Ok ok, chega de elogios, fico com vergonha, e tenho namorado moço. – falei e ele riu abaixando a cabeça.

- Se seu namorado se importasse mesmo com você, a mesma não estaria em um boteco cheio de bêbados fedendo a cachaça. – ele disse me fazendo engolir á seco.

- Não é bem assim Nate, Justin é uma boa pessoa, só estamos tendo problemas, mas resolveremos isso, não o julgue sem o conhecer, por favor. – falei com uma certa raiva na voz, por que eu ainda o defendo?

- Ok, você está certa, me desculpe, é que não dá pra entender, o Bieber não é todo fodão? Então por que ele deixa a namorada sozinha em um lugar desse? Eu sei que não sou um ótimo modelo de exemplo, mas eu jamais faria isso, ainda mais com uma menina delicada como você. – ele disse e abaixou a cabeça novamente.

- Ok, já chega, é melhor parar, pois as paredes tem ouvidos, não quero você morto amanhã, porque falou besteira. – disse e ele riu.

- Pode apostar que o Drew não me da medo, muito pelo contrário, me faz rir, Justin não é tudo isso que você imagina Alice, não tenho medo dele, nunca tive. – ele falou me deixando com raiva, ele tem problemas, só pode.

- Nate, quer calar a boca? Se alguém da gangue do Justin escuta isso, você é um homem morto, você acha que conhece o Justin, mas não conhece, ele é ruim sim, ele não tem piedade, eu conheço ele melhor do que ninguém, e posso afirmar, quando ele esta com raiva, ele não mede forças. – falei levantando, esse papo já me deu ânsia.

- Me desculpa Alice, mas sabe qual é o problema? Você nunca viu ninguém que não tenha medo dele, e quando encontra, fica brava por achar que essa pessoa esta falando bosta, só digo uma coisa, tudo o que o Justin sabe, eu também sei. – ele disse, mas eu já estava saindo do bar.

Fui até meu carro, entrei e liguei o motor, logo pegando a estrada, eu estava cansada, bebi demais, meu corpo pedia por uma cama, acelerei mais o carro, em 10 minutos cheguei em casa, os portões foram abertos, olhei a hora e eram 03:30 da manhã, a chuva ainda continuava a cair, mas, com bem mais intensidade.

Estacionei o carro dessa vez na garagem, saí, e subi as escadas até a sala, odeio essa casa ser tão grande e ter tantos andares, o Justin realmente gosta de ostentação, a garagem era subterrânea, quando cheguei a sala, estava vazia, subi as escadas quase morrendo, minhas pernas estavam doloridas demais.

Passei pelo quarto que Ryan costuma dormir e ouvi a voz de Caitlin, esses dois são uns bipolares mesmo, fui até o ultimo quarto, onde se encontrava a porta mais linda, e a mais cara, creio eu, o batente era de mármore e a porta de madeira envernizada, amo ela, a abri devagar, entrando na ponta dos pés.

Olhei para cama e Justin estava dormindo, agarrado ao meu travesseiro, se eu não estivesse com raiva dele, eu acharia fofo, mas nem cola, fui até o banheiro retirando minha roupa e colocando no cesto, retirei as roupas de Justin do chão as colocando lá também, tomei um banho quente para relaxar, me enrolei na toalha, e fui até o closet, peguei um pijama confortável, e fui para cama, me cobri, e me encolhi, o frio estava forte, desliguei o ar condicionado, e liguei o aquecedor.

Puxei meu travesseiro de Justin com uma dificuldade imensa, me deitei e ele rapidamente me agarrou, enterrando seu rosto no meu pescoço, seu braço esquerdo me abraçou, me esquentando mais, senti sua respiração calma em meu ouvido e isso me deu um alivio imenso, eu admito que tenho medo que algo aconteça com ele, eu o amo muito.

- Me desculpa, eu te amo muito. – ele sussurrou em meu ouvido, fazendo meus olhos se encherem de lagrimas.

- Ok, agora durma. – falei fechando meus olhos.

Justin POV

Acordei com o barulho da porta abrindo e gritos de crianças, eram meus irmãos, pestes...

- JUSTIN, ACORDA, ACORDA, ACORDA, ACORDAAAAAA. – Jazmyn gritou pulando na cama.

- CALEM A BOCA SEUS PORRAS, DESCE DA MINHA CAMA COM ESSES PÉS IMUNDOS JAZMYN. – gritei para eles e Alice acordou .

- Justin para de gritar cassete. – Alice reclamou fazendo os dois rirem.

- Ela disse cassete, mamãe não gosta desses palavrões. – Jaxon disse rindo.

- Me desculpe coisa linda, como você se chama? – ela perguntou fazendo carinho no cabelo loiro de Jaxon.

- Jaxon Bieber, e você gatinha? – ele falou piscando, puxou ao irmão mesmo.

- Alice Muller. – ela respondeu rindo depois de ver Jaxon piscando.

- Você é a menina bonita que meu irmão falou? – Jazmyn perguntou, fazendo Alice ficar vermelha.

- Não sei, mas como você você se chama? – ela perguntou mudando de assunto.

- Jazmyn Bieber. – ela respondeu sorrindo, sem seus dentinhos na frente.

- Você é linda demais. – Alice falou sorrindo e lascando um beijo na bochecha da pequena.

- Você também, Alice Bieber. – Jazmyn falou e saiu correndo com Jaxon para fora do quarto.

Alice me olhou com o rosto super vermelho, dei um beijo em seu rosto e levantei a deixando lá, fui até o banheiro e tirei minha boxer, entrando no banho, hoje vai ser um dia cheio, tenho que ir para Paris, amanhã, treinar o pessoal e principalmente Alice, era pra termos viajado ontem, mas Alice chegou bem tarde, ai complicou, só tenho dois dias pra treinar eles, até quinta feira, o dia do roubo.

Esse plano tem que dar certo, e vai dar, se todos fizerem o combinado vai dar certo, Robert já trouxe os crachás falsos de faxineiros, e espero do fundo do peito que isso dê certo, estava começando a ficar aflito, eu sentia que algo ia dar errado, eu tenho que me manter calmo.

Fechei meus olhos e deixei a água quente cair pelo meus ombros, ouvi o barulho da porta do Box se abrindo, olhei e era Alice, ela ainda estava com uma carinha de sono, ela veio até mim, fechando a porta de vidro, e me abraçando, logo ela já estava ensopada, minhas mãos foram parar em sua cintura finíssima que eu amo, a olhei e ela sorria.

Fui aproximando meus lábios dos seus e logo estávamos em um beijo calmo e carinhoso, eu sou um burro mesmo, tenho essa mulher linda do meu lado, e fico querendo ver Nole, aquela vadia nojenta que se foda, eu tenho uma bem melhor aqui comigo, bem melhor mesmo.

Aumentamos a velocidade do beijo, meu amigão já começou a dar sinal de vida, sabe uma coisa que eu amo na Alice? Duas alias, a primeira é o cabelo dela, a cor e o tamanho, eu sempre amei mulheres de cabelos compridos, mas sempre optei por morenas, nunca tive uma grande atração por loiras, e as unhas dela, amo mulheres com unha compridas, acho bem mais sexy, e ela é tudo isso e bem mais.

E essas unhas, ela usa pra me enlouquecer, enquanto nos beijávamos, ela desceu arranhando meu peitoral até o fim do meu abdomem, paramos o beijo por falta de ar, olhei para ela que sorria com malicia nos olhos.

Me desculpa? – perguntei e ela concordou com a cabeça beijando meu pescoço.

- Cala a boca e se concentre. – ela falou me fazendo rir.

- Que saudade de você. – falei a agarrando novamente.

Desci minha mão para seus seios os apertando, enquanto mordia seu lábio inferior, coloquei seu corpo grudado na parede do Box, e ataquei seu pescoço, os gemidos baixos de Alice eram melodia para os meus ouvidos, nunca vou me cansar dela.

Alice desceu sua mão segurando meu pênis, fazendo movimentos de vai e vem, no qual o mesmo já estava petrificado, é, é isso o que ela faz comigo, tirei sua mão a colocando virada de frente para parede, e puxando sua bunda para cima, a fazendo ficar empinada.

Coloquei o cabelo molhado dela para frente e olhei para sua bunda, era perfeita, minha mão começou a arder, com vontade de dar uns belos tapas, e foi isso que eu fiz, dei dois tapas, um de cada lado, e ela? Ah, Alice gostou.

Mas logo ela acabou com minha graça e se ajoelhou na minha frente, meu querido e grande amigo, já estava totalmente ereto, isso que dá ficar sem sexo, por isso odeio brigar com ela, Alice começou distribuindo beijos leves na base, o que me fazia ir as nuvens, depois começou a chupar a cabeça, indo até onde dava, depois voltando.

Depois de uns minutos com ela ajoelhada, eu a levantei e a peguei no colo, desligando o chuveiro e indo até a cama, a deitei, explorando seu corpo como se fosse a primeira e ultima vez, desci beijando cada parte do seu corpo, comecei pela boca e fui descendo pelo pescoço, indo para o busto, quando desci para beijar sua barriga, seus dedos desapareceram pelo meu cabelo, que agora estava todo desmanchado, por conta da água.

Beijei sua curva dos quadris, a fazendo se erguer, adoro a ver desse jeito, desesperada, como eu estou, com um pedido para continuar, levei minha boca até a área mais sensível do seu corpo, deslizando a língua lentamente.

- Ai, meu Deus. – ela disse gemendo em seguida.

Penetrei um dedo em seu sexo a fazendo ir para trás, com a outra mão a puxei, seu corpo estava liso por conta da água, o que deixava tudo mais perfeito, acelerei os movimentos da mão e quando Alice estava prestes a gozar,eu parei, a fazendo me xingar.

Fui até a gaveta do criado-mudo, pegando a camisinha e rasgando a embalagem platinada com os dentes, a olhei e ela estava me observando, a cor clara do seu rosto, agora dava lugar para uma vermelhidão sem fim, seu peito subia e descia de ansiedade, fui até ela, depositando um beijo em sua testa, encostando meu pênis em sua coxa.

Me ergui novamente e coloquei a camisinha, a puxei pela cintura a colocando mais para o meio da cama, me deitei no meio de suas pernas, meu pênis estava tão petrificado que até doía, a olhei, passando os dedos em sua intimidade úmida e levando para sua boca, a fazendo sentir o próprio gosto.

A mesma chupou meu dedo e eu fui a penetrando lentamente, a sensação é indescritível, estava com uma saudade do corpo dela, por mim, transaríamos todos os dias, Alice gemeu de alívio, me fazendo gemer logo em seguida.

Toda a angustia que os dois estavam sentindo foi se desaparecendo à medida que meu corpo se enterrava mais dentro dela, comecei a fazer movimentos lentos com o quadril, entrando e saindo sempre.

-Justin, mais, eu te imploro. – ela falou arranhando minhas costas, com suas unhas pintadas de preto.

Adoro ouvir ela implorar desse jeito, continuei indo devagar, a fazendo ver o quanto eu a amo, agora eu sei que a amo, a amo mais que a mim mesmo, e olha que isso é complicado hein, mas eu tenho certeza, eu amo ela com todas as minhas forças.

- Eu... Eu te amo tanto. – falei e ela me olhou sorrindo.

- Eu também te amo meu amor, mas vou parar de amar se não acelerar essa porra. – ela falou piscando seus olhinhos azuis, me fazendo rir.

Alice apoiou suas mãos em meus braços que estavam estirados na cama, para apoiar meu peso, sua pele clara, cobrindo a tinta preta das minhas tatuagens, é uma visão ótima, adoraria estar gravando isso para poder ver depois. Acelerei os movimentos, os gemidos de Alice foram ficando mais altos, fazendo eu levar a mão em sua boca, abafando o som.

- Shhh... Fica quietinha Alice, todos vão ouvir. – sussurrei olhando no fundo daquele mar azul.

Minhas estocadas foram ficando cada vez mais rápidas, fazendo o corpo dela ficar rígido sob o meu, Alice sussurrava meu nome diversas vezes contra minha mão, em questão de segundos, gozamos juntos, e estramos em estado de alucinação, de prazer puro.

Ficamos alguns momentos tentando recuperar a respiração, eu não tirava meu olhar dos olhos dela, eles realmente são lindos, fui saindo devagar e levantei, indo até o banheiro e jogando a camisinha no lixo, voltei e ela estava sentada na ponta da cama, com o rosto suado e vermelho, alguns fios estavam grudados em seu rosto, a fazendo ficar mais linda ainda.

- Vamos tomar um banho de verdade? – ela perguntou, eu concordei com a cabeça.

Fomos até o banheiro, liguei o chuveiro e ela entrou, eu logo depois, tomamos o banho um pouco demorado pois Alice sempre ficava querendo meu corpo, ficava me alisando, é... Não foi mais ou menos assim, eu que queria mesmo, mas é a vida né, ela é gostosa.

Saímos do Box e fomos para o closet, olhei a hora no meu celular e já era meio dia, minha barriga roncou, eu estava com muita fome, e o almoço já estava pronto, olha que beleza, escolhi uma roupa básica, pois hoje só iríamos pegar o jatinho e ir para minha casa na França, nada demais.

Alice terminou de se arrumar, fechei a porta do quarto e descemos a escada, chegando na metade da escada, eu peguei na mão dela, no qual a mesma apertou mais forte, chegamos na sala e estava vazia, só percebi que Ryan estava fumando cigarros de frente pra piscina.

Fomos até a sala de jantar e todos estavam já se sentando, meus irmãos estavam brincando na piscina, comendo salgadinho, todos se sentaram, nada de cadeiras especificas, só o meu lugar e o de Alice que ninguém ousava sentar, no caso,as duas pontas da mesa.

- Bom dia pessoas lindas. – Alice disse sempre sendo a única educada na casa, amo isso.

- Só se for pra você né, eu estou com uma dor de cabeça do caralho. – Chris reclamou, o mesmo saiu pra farra de madrugada.

- Você bebe álcool como se fosse água, depois vai querer acordar bem no dia seguinte? Vai dar a sua bunda que é mais fácil de acontecer, Beadles. – falei e todos riram.

- Só não te dou uns murros, porque setou sem forças pra isso. –ele falou com a mão na testa.

- Não, a resposta é, porque você não aguenta com o papai aqui. – falei e ele me mostrou o dedo do meio.

- Fizeram as pazes? – minha mãe perguntou, Alice olhou para o prato.

- Sim, por que?

- Nada filho, é que ontem vocês estavam feito cão e gato, hoje estão uns amores. – ela falou.

- Hum, vamos comer. – falei e todos se serviram.

Enquanto comíamos, Alice não tirava os olhos de mim, e nem eu dela, sorriamos constantemente, e isso era maravilhoso, eu amo isso, Megan começou um conversa com Chaz irrelevante e resolvi me pronunciar, tinha que saber logo se Alice iria ficar brava por causa do roubo ou se toparia, estou achando mais provável a primeira opção.

- O jatinho já esta pronto? – perguntei para Ryan e ele disse sim. – Já colocaram todas as armas e as malas dentro dele?

- Sim Justin, só falta a gente ir, quero pegar logo umas 5 francesas de uma vez. – Chris falou mordendo os lábios e Megan se retirou da mesa.

- Com licença, vou terminar de arrumar minhas coisas. – ela falou saindo rápido, pronto, mais uma chorona.

- Ai que nojo, dramática do caralho, sabe que to brincando e fica fazendo birra. – Chris esbravejou.

- Cala a boca Christian, se você gosta dela, tenha respeito pelo menos. – Chaz falou e Chris se levantou seguindo Megan.

- Será que não tem um dia nessa casa que não tenha brigas? – Alice perguntou meio triste.

- Não. – Caitlin falou rindo.

- Posso saber do que você esta falando? Sobre armas e o caralho a quatro? – ela perguntou me olhando desconfiada.

- Podemos conversar no escritório? – pedi e ela concordou.

Nos levantamos, olhei para Ryan e ele me olhou com medo de Alice não aceitar, pisquei para ele passando confiança e subimos, entramos no escritório, Alice se sentou na minha cadeira, e eu na ponta da mesa de frente pra ela.

- Fale. – ela falou cruzando os braços.

- Bom, você tem que prometer não gritar e nem me xingar. – falei e ela me olhou com raiva.

- Fala logo Bieber. – ela disse estralando os dedos.

- Amo quando você me chama de Bieber. – disse mordendo os lábios.

- Vou te bater.

- Ok ok, vamos assaltar um banco em Paris, e preciso que vá comigo, não vou te deixar aqui, você nem vai fazer muita coisa, topa? – perguntei e fechei os olhos esperando os gritos e tapas.

- Topo, mas quero aprender a atirar e a dar uns murros nos outros. – ela disse fazendo eu abrir os olhos e a encarar de queixo caído.

- Você topa? – perguntei abismado e ela riu concordando. – Tudo bem então, eu te ensino, vamos viajar hoje as 20:00h, então arrume suas malas, quando nós chegarmos lá, eu te ensino a fazer tudo isso, teremos dois dias pra isso, bem pouco, então preste atenção nas aulas, e te explico o plano mais tarde.

- Tudo bem, arrumo minhas malas agora? –ela perguntou sorridente, essa menina hein.

- Sim amor, vai lá. – falei sorrindo.

Alice me deu um selinho e se retirou, quando ela se foi, meu sorriso se desmanchou, será que devo acabar com a vida dela assim? Será que devo envolve-la nisso? Não preciso muito da ajuda dela, ela merece ter uma vida, ah Justin, é só uma ajudinha também, ela não vai matar ninguém... Eu acho.

Desci as escadas, Ryan correu até mim e perguntou se ela tinha topado, falei que sim e todos comemoraram, pronto, uma parte já esta feita.

- Já arrumaram as malas? – perguntei olhando a hora em meu relógio, marcava 13:00h, todos falaram que sim, as malas estavam amontoadas na porta.

- Ok, Alice está arrumando as coisas, vamos esperar, acho que vou adiantar o voo, 20:00h é muito tarde. – falei.

- Tudo bem. – Megan disse com os braços cruzados.

Olhei pra Chris e o mesmo estava olhando para ela, e depois olhou para o chão, esses dois não se entendem mesmo, olha quem ta falando né Justin, você e a Alice são como gato e cachorro, só que dez vezes pior.

Depois de uma meia hora com todos conversando sobre o assalto, Alice desceu com uma mela enorme, sorte é que era apenas uma, falei para todos subirem para a área de pouso e chamei Alice.

- Vamos? – perguntei para ela que disse sim.

Subimos as escadas até meu escritório, peguei minha 9mm colocando ela na cintura, peguei a arma que James deu para Alice, ela era banhada á ouro, com pequenos diamantes, era pra ser minha né, mas fazer o que, vou usar ela do mesmo jeito.

- De quem é esse belezinha? – ela perguntou sobre a arma.

- Sua, James mandou fazer pra você, ela só destrava com a suas e as minhas digitais. – falei e ela abriu a boca em formato de O.

- Ok. – ela disse rindo.

Abri uma pequena portinha do meu escritório, subi as escadas e Alice me seguiu.

- Não sabia que existia essa parte da sua casa. – ela disse subindo a estreita escada de metal gelado.

- Tem muitas outras coisas dentro dessa casa que você não sabe. – falei e ela riu.

Quando chegamos na área de pouso, Alice começou a gritar falando que era linda, mas era linda mesmo, cheia de flores, com o espaço do helicóptero, no meio, foi Chaz que arrumou, ele ama flores né, eu odeio.

Subimos no jatinho, e ele decolou, as armas estavam todas arrumadas nas “paredes” do jato, todas em pequenos ganchinhos, esse jatinho foi preparado para transportar armas, então fica mais fácil, nossas malas estavam nas costas de cada um, agora é só dormir, 8 horas e meia é muita coisa, sorte que viemos mais cedo do que o planejado, meus irmãos estavam em suas poltronas brincando com aqueles bonecos irritantes e minha mãe estava em outra no fundo, lendo suas revistas de moda.

- Você não vai matar ninguém né? –  Alice perguntou quando todos já estavam dormindo.

- Não meu anjo, por que?

- Por nada, só estou com medo de dar algo errado. – ela falou, dei um beijo em sua cabeça, a deitando em meu ombro.

Logo Alice já estava dormindo e eu dormindo junto, espero que dê tudo certo.

(...)

- Senhor Justin, chegamos em Paris, estamos já em sua mansão. – Piter falou.

- Obrigado Piter, leve o jatinho de volta para Miami, te ligarei para vir me buscar. – falei e ele concordou se retirando.

- Alice acorda. – gritei em seu ouvido a fazendo cair de sua poltrona.

Comecei a rir e ela se ergueu me dando tapas, tapas fortes, e ardidos, mas logo acabei com a festinha dela lhe lascando um beijo, meus irmãos gritaram eca e saíram correndo para brincar em casa, faz tempo que não venho aqui, que saudades, essa casa é linda.

- Que linda. – Alice falou olhando para a entrada de boca aberta. – A piscina é gigante.

- Eu sei. – falei rindo.

Entramos em casa e Alice falou que era mais linda ainda umas três vezes, o pessoal escolheram os quartos e eu fui para o meu e de Alice, como sempre, o do rei, porque eu posso né, com licença, Alice deitou na cama e logo caiu no sono novamente, amanhã vai ser um dia longo, fui dormir eram 22h00.

Nate POV

Como ela é linda, não sabia que era tão legal e educada assim, achei que fosse mais uma vadia que saía com o Bieber, mas não, ela gosta de política, discutimos sobre o feminismo, sobre racismo, cara, ela é perfeita, por que Turner quer tanto ela pra ele?

- Conseguiu pegar confiança nela? – ele me perguntou ansioso.

- Sim, passei meu numero para ela, só esperar ela ligar para eu ir lá atrás de emprego, como o 
senhor mandou. – falei e ele sorriu largo.

- Ok. Quando você conseguir o emprego como segurança do Justin, eu quero que ajude ele demais, quero que vire mão direita dele, ai você começa a caçar o pendrive. – ele disse e eu concordei.

- Tudo bem, posso ir? – perguntei e ele fez que sim com a cabeça.

Saí do escritório de Turner, indo para minha casa, quando cheguei, caí na cama pensando nela, ela é tão linda...

  

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Olá meninas, bom, eu queria primeiramente falar... EU SINTO MUITO, por não postar antes, eu demorei muito mesmo, mas para tudo tem uma explicação...
Esses tempos, meu pai com meu irmão andaram brigando muito, eu até expliquei isso para algumas leitoras, mas não para todas, a questão foi que, teve até tiro porrada e bomba monas, foi horrível, tudo isso quase duas horas da manhã, no dia seguinte, meu irmão veio falar um monte de bosta sobre meu namoro, no qual eu já estava cansada do mesmo, por tanto terminei.
Não estou sofrendo pelo fim do meu namoro, alias, agora sobra bem mais tempo para o blog e meus outros afazeres, por tanto, só queria dizer que foi um porre para escrever esse cap, mas consegui, minha família estava brigando muito, por isso ficava meio complicado, mas agora, graças a Deus, acabou.
E por fim, mas não menos importante, eu queria dizer uma simples palavra, mas que tem muito significado para mim, OBRIGADO...
Vocês em tão pouco tempo se tornaram tudo para mim, escrever nesse blog se tornou minha atividade do dia mais legal, eu amo montar cada cap, amo ter ideias novas e coloca-las em pratica, mas nada disso estaria aqui e crescendo, se não fosse por vocês, eu realmente amo vocês, por vocês gostarem do que eu faço, pois eu tento me dedicar ao máximo, então obrigada, minhas vacas de cabaré...
Amo vocês...