Um mês depois...
- Pai, vamos sair hoje, queria ir a um restaurante. – falei
para James.
- Estava com vontade de comer uma pizza hoje, ficar aqui em
casa, deitadinho, junto com vocês, não queria sair minha pequena. – ele disse
me abraçando de lado.
- Mas comemos pizza ontem e antes de ontem, queria sair um
pouco, só fiquei trancada esse mês inteiro, queria respirar um pouco. – disse
triste.
- Então vamos fazer assim, eu queria muito ficar um tempo a
sós com sua mãe, eu posso te dar meu cartão de credito, você vai se divertir,
vou te dar o telefone de uma garota que você vai gostar muito, ela pode te
levar para sair. – ele disse pegando o celular.
- Quem é? – perguntei curiosa.
- O nome dela é Caitlin Beadles, ela é irmã de um dos
garotos da casa do Justin, acho que você se lembra deles certo, ela é bem
legal, bem animada. – ele disse sorrindo.
- Eu queria ir sozinha mesmo, não quero companhia por hoje,
só queria comer algo fora mesmo. – eu disse o olhando.
- Mas ela vai te dar coordenadas de onde ir ou outras coisas
de garotas eu sei la, mas ela é legal, quero que fique segura com alguém de
confiança, aqui tem muitos ladrões minha princesa. – ele falou me olhando
estranho.
- Ok então, pode chama-la. – falei me rendendo.
- Já vou ligar, mas preste atenção, você vai poder gastar no
máximo US$ 20,000 entendido? – ele disse e meu queixo foi parar no chão.
- Eu não vou gastar tudo isso, só quero uns 20 dólares pra
eu comer um cachorro quente sei la. – falei o olhando.
- Você não conhece Caitlin, ela gasta muito, ela vai te
levar pra boates e o caralho a quatro. – ele disse como se fosse obvio.
- Eu não quero ir a boates, nunca fui nisso, nem sei o que é
uma e como é uma boate, não quero me misturar com esse tipo de gente, estou
vendo que essa Caitlin é igual ao Justin, ou talvez pior. – disse negando.
- Mas você precisa se misturar, para saberem que é minha
filha, para não mexerem com você. – ele falou.
- Quer saber, eu vou subir e me arrumar para ia ao bar que
tem ali na esquina e vou voltar para
dormir, espero que vocês se divirtam. – disse subindo correndo as escadas sem
dar chance de ele falar.
Não quero ir a boates, me misturar com isso, depois daquele
dia no escritório do Justin, eu e meus pais fomos embora, já faz um mês que não
o vejo e não falo com ele ou com qualquer um dos meninos, quer dizer, eu nunca
falei com eles, só com o Chaz, de resto, nenhum gostou de mim.
Não estava muito a fim de ir para um bar, pois sei que
aquilo é lugar de homem, então iria tentar achar uma lanchonete ou cafeteria
que estivesse aberto, ainda eram 22h00 PM, acho que algumas estão abertas.
Tomei um banho rápido
e fui ao meu guarda roupa, demorei uns 30 minutos para escolher uma roupa
legal, até que achei uma perfeita, estava fazendo um pouco de frio então daria certo
a jaqueta de couro preta.
Me vesti, passei um pouco de rímel e pó, um pouco de perfume
e desci as escadas, quando cheguei na sala, tinha uma menina sentada no sofá,
ela estava conversando com James, eles estavam rindo, ela era linda.
- Olá. – eu disse tímida.
- Oi. – ela disse levantando e me abraçando.
- Meu nome é Caitlin Beadles, muito prazer. – ele disse.
- O prazer é todo meu, sou Alice Muller.
- Belo nome, vamos? –
ela perguntou.
- Vamos, tem uma lanchonete ótima aqui. – disse indo em
direção á porta.
- Nós não vamos para uma lanchonete, nós vamos a uma boate.
– ela disse.
- Mas eu não quero ir para uma boate. – disse rapidamente.
- Vamos lá garota, vai ser divertido, você vai amar la. –
ela disse
- Se eu for só essa vez, eu preciso ir de novo? – perguntei
para James.
- Não meu amor, eu apenas quero que você se divirta hoje. –
James falou.
- Ok, eu vou com essa roupa? – perguntei para Caitlin.
- Ela não está bem legal para uma boate, vamos passar em
casa, acho que meu numero é o mesmo do seu. – ela disse me examinando.
- Ok. – disse indo até a porta.
Antes de sair me virei.
- Pai, te amo. – disse para ele que me deu o sorriso mais
reconfortante que alguém poderia ter.
- Eu também te amo muito minha filha. – ele disse.
Fomos até um carro meio acinzentado, lindo, era a coisa mais
bela e foda deste mundo, era simplesmente divino o jeito dele, ele era
perfeito, as rodas eram lindas, o capô era brilhante, era verdadeiramente o
carro.
- Nossa, que carro lindo. – disse impressionada.
- Seu pai vai te dar um, quando você fizer 18, ele que me
deu esse, alias, todas as Ferraris e Lamborghinis são deles. – ela disse.
- Como ele arranja dinheiro para comprar tudo isso?-
perguntei na esperança que ela me falasse a verdade.
- Nos roubos ué, você sabe que ele ganha muito nas cargas de
drogas e de bebidas ilícitas não é? – ela perguntou.
- Ah sim eu sei, ele ganha mesmo. – menti.
- Amanha tem roubo, ninguém merece acordar cedo pra fazer simulação
de roubo, ainda mais quando seu ex-namorado está nela. – ele disse.
- Quem? – perguntei.
- O idiota do Ryan, menino imbecil. – ela falou.
- Nossa não da pra imaginar você namorando o Ryan. – disse rindo
fraco enquanto ela ligava o motor.
- Pois é agora eu é que não me imagino voltando com ele. –
ela disse rindo.
- Os roubos são muito difíceis? – eu tinha que saber ué.
- Mais ou menos, eu fico com o Ryan e com o Chris na parte
de dar sonífero para os seguranças dos
bancos, o Justin faz a parte mais
pesada, que é colocar a senha do cofre e invadir, Justin sempre foi o que mais
fez, ele sempre foi o melhor, acho que isso nunca vai mudar. – ela disse meio
triste.
- Você já matou muitas pessoas? – perguntei curiosa.
- Sim, muitas não, já matei umas 4, Ryan nunca me deixou
fazer isso, os meninos não tem tanta dó, eu já tenho e acabo chorando de ver a
pessoa sofrendo, teve uma vez que eu soltei um cara que o Justin ia matar, ele
quase me colocou no lugar do cara de tanta raiva que ele ficou. – ela disse
rindo.
- O Justin já matou quantas pessoas? – essa pergunta estava
batucando fazia décadas.
- Ele matou mais de 100 pessoas. – ela disse fazendo meu
queixo bater no banco do carro.
- Tudo isso? – perguntei assustada.
- Sim, ele não tem dó, ele mata e já era sempre foi assim, o
único dos meninos que tem um pouco de
receio em matar é o Chaz, ele sempre foi
o que nunca se adaptou direito a ser um mafioso, sempre teve um coração bom. –
ela disse sorrindo.
- E seu irmão, ele tem dó? – perguntei.
- Acho que sem duvidas o Chris é o pior deles, o Justin pode
ser tudo isso, mas ele mata com um tiro e já era ele não gosta de torturar a
vitima, agora meu irmão é diferente, ele sente prazer em ouvir os gritos e ver
o sangue escorrer entre as mãos dele. – ela disse me fazendo engolir seco.
Acabei concordando e não perguntando mais nada, se não, ia
dar na cara que eu não sabia de absolutamente nada, eu não acredito que James
faz essas coisas, como ele pode matar uma pessoa, como ele pode treinar aqueles
meninos para fazerem isso, mas eu tenho que por a cabeça pra pensar, por que
ele mata essas pessoas?
Quando me dei conta já tínhamos chegado à casa de Caitlin,
era simples, diferente da casa de James, que era exagerada, grande, mas ao
mesmo tempo, era linda, acho que esse negócio de ser mafioso da muito dinheiro,
pois se for analisar, James tem inúmeros carros, já viajamos para muitos países,
ele tem uma casa em cada lugar, me compra várias roupas e tênis de marca, ele
tem sim dinheiro e de uma coisa eu tenho certeza, ele não é um advogado.
Ela abriu a porta e por dentro estava tudo bem arrumado,
lindo, os sofás eram na tonalidade branca e as almofadas eram meio lilás com
marrom, a saca era enorme, era tudo bem decorado e com belos quadros pendurados
na parede branquinha.
- Vamos subir, acho que você vai gostar dos meus vestidos. –
ela disse me puxando para as escadas.
- Ok. – disse enquanto subíamos.
Entramos em seu quarto e era lindo, tinha muitas almofadas
na cama, na cor roxa e branca, a cama de casal com o edredom roxo, as paredes
roxas, era um quarto de menininha sem duvidas.
- Bonito quarto. – falei e ela sorriu agradecendo.
- Bom, vamos ver o que eu tenho aqui. – ela disse abrindo o
guarda roupa.
Eram meia
noite e meia e eu estava me arrumando, ela fez uma maquiagem em mim, que eu não
gostei muito mais acabei indo, era pesada demais, ,mas era linda, um batom
vermelho e muito perfume, fiquei parecendo uma puta fofa, é acho que isso não
existe.
- Agora sim podemos ir. – ela disse me puxando para o andar
debaixo.
Corremos até o carro e ela arrancou, chegamos na boate
rápido, estava bem cheio e a entrada era toda vermelha com lábios na porta, em
vermelho é claro, saímos do carro e passamos na frente de todos, achei isso
estranho e resolvi perguntar.
- Caitlin, por que passamos na frente de todos? – perguntei.
- Justin é o dono daqui, vem, vamos logo e sem perguntas sua
curiosa. – ela disse rindo.
Entramos e eu fiquei indignada com o fato de todas as
garotas, sem exceção, se comportarem feito vadias, elas dançavam rebolando e se
esfregando em homens e aquilo me embrulhava o estomago, nunca dancei assim.
- Não fique surpresa Alice, isso aqui é normal, para de
tentar ser pura, pois isso não cola comigo. – ela disse segurando minha mão.
Caitlin não é o tipo de pessoa má, mas consegue te fazer esquecer
de tudo e te fazer lembrar de uma única coisa, SE DIVIRTA, ela é legal, gostei
dela.
- Vamos beber. – ela gritou no meu ouvido.
- Não posso, sou menor de idade. – gritei de volta.
- Para com isso, eu já falei, que saco garota. – ela disse
me entregando uma bebida que não sabia o que era.
- Se chama bombeirinha. – ela disse ao notar minha
curiosidade.
- É alcoólica? – perguntei inocente.
- Não, pode beber tranquila. – ela disse e bebi.
- Sua vaca mentirosa. – gritei aquilo só faltou entrar em fusão
dentro do meu estomago.
- Ops, acho que me enganei. – ela disse rindo alto.
- Você me paga Caitlin. – disse rindo de leve também.
- Ah não, estava bom demais pra ser verdade. – ela reclamou.
- O que foi? – perguntei bebendo um pouco da minha bebida.
- Ryan e os meninos estão descendo pra ca, o Ryan vai ficar
me enchendo. – ela disse tentando se esconder.
Virei-me e vi Justin, Chaz, Chris, Ryan e mais um garoto
descendo as escadas, Justin estava lindo, estava usando um boné virado pra trás,
calcas jeans pretas quase batendo nos joelhos, uma regata quase transparente,
mostrando a maioria das tatuagens em seus braços, que em falar nisso, que braços
em.
Quando nossos olhares se cruzaram, ele sorriu de forma amigável,
o sorriso dele é a melhor coisa que alguém pode ter na vida, ele é lindo, não
posso negar, mas é chato pra poha, eles vieram até nós.
- Caitlin, posso saber o que você está fazendo aqui? – Chris
perguntou.
- Isso não é da sua conta pirralho, vai comer as putas
nojentas que você come vai. – ela disse bebendo.
- Como você é grossa em. – ele disse pedindo uma bebida.
- Alice, como você esta gata hoje em. – Chaz disse olhando
minhas pernas e decote.
- Ah obrigado, você esta lindo também. – disse tímida.
- Alice, eu não acredito que James te deixou vir a essa
boate. – Justin finalmente falou.
- Sim. – respondi sem olha-lo.
- Ele é legal. – Justin disse olhando meu decote.
- Eu sei, meu pai é das antigas modernas. – disse rindo.
- Ele não é seu pai, eu já disse. – ele falou nervoso, o pai
serviu certinho como eu queria.
- Não enche hoje não Justin. – falei tentando esconder o
sorriso de vitoria.
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Obrigada por todos os comentários
Continua?

8 Comments:
continua ta mt prft��
PEFEITAMENTE PERFEITO CONTINUA ISA
SUA FIC MAL COMEÇOU E JA AMO ELA NÃO DEMORA PRA POSTA BEIJOS♡♡♡♡♡♡♡
PERFEITOOOOO ♥♥♥♥♥ CONTINUA ISA AGORA
Puta fofa kkkkkkkkkk morri
Vagaisa tu é foda! Continue logo plisssssss
Amo tu ❤
Vou continuar hoje
Obg, vou continuar hoje...
Obg, vou continuar hoje...
Vagaisa...
Te odeio hahahaha, mentira eu te amo amiga.
Obg, vou continuar hoje...
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